- Relógio de Flores tem diâmetro de três metros e data de inauguração em setembro de 1972, em Petrópolis, RJ.
- Foi criado para o 150º aniversário da Independência do Brasil e funciona com um mecanismo eletrônico protegido em poço subterrâneo.
- O mostrador é feito com mudas de flores da estação, que são trocadas periodicamente para manter as cores e os números nítidos; o clima úmido da serra influencia a manutenção.
- Localiza-se em frente à Universidade Católica de Petrópolis, no bairro Quitandinha, próximo ao Palácio Quitandinha.
- O relógio integra o conjunto de atrativos da cidade imperial, associando paisagismo à história local e servindo como marco fotográfico para roteiros turísticos.
O Relógio de Flores, com 3 metros de diâmetro, tornou-se um marco de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. Inaugurado em 1972, o relógio floral funciona como símbolo da integração entre o urbanismo paisagístico e a história imperial da cidade.
A mecânica do relógio fica alojada em um poço subterrâneo, o que protege as engrenagens das intempéries. O maquinário original movimenta ponteiros de alumínio que deslizam sobre o mostrador de flores, mantendo a função de relógio e a estética floral.
A manutenção paisagística enfrenta o desafio de manter o mosaico vivo e colorido. O mostrador é composto por mudas sazonais, trocadas periodicamente para preservar o desenho dos números, em meio ao clima úmido e frio da serra.
Dados turísticos
O relógio está localizado em frente à Universidade Católica de Petrópolis (UCP), no bairro Quitandinha, servindo como referência para roteiros de turismo a pé. O conjunto acompanha jardins que reforçam o cenário serrano.
- Diâmetro do mostrador: 3 metros.
- Inauguração oficial: setembro de 1972.
- Localização: em frente ao Palácio Quitandinha, próximo à entrada da cidade.
- Atração complementar: jardins que acompanham o clima da serra.
Conexão com a história imperial
Mesmo sendo de metade do século XX, o monumento dialoga com o planejamento urbano herdado do Império, iniciado por Dom Pedro II, que visava uma capital de verão com áreas verdes, palácios e jardins. O Relógio de Flores mantém esse vínculo visual com uma época de tempos mais contemplativos.
A atração integra roteiros turísticos da cidade imperial e costuma render fotos clássicas de visitantes. Guias de turismo destacam o relógio como ponto de partida para conhecer outras atrações da região, como a casa de Santos Dumont e o Museu de Cera, em percursos familiares.
Fontes indicadas para entender o contexto do monumento incluem o polo turístico fluminense e materiais de divulgação local, que ressaltam a relação entre engenharia, botânica e memória urbana.
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