- Um homem de Humble, Texas, John Patrick Butler, 71 anos, se declarou culpado de comprar caudas e conjuntos de penas de águias‑carecas e de ouro, ligadas a um esquema de tráfico, e recebeu cinco anos de probation e R$ 77.500 de restituição.
- As águias‑carecas e de ouro foram mortas na região ao redor da Reserva Indígena Flathead, em Montana.
- Outro homem, Travis John Branson, foi condenado pela morte das aves e envio das partes para Butler; em outubro de 2024 recebeu quase quatro anos de prisão, mais três anos de probation e restituição de R$ 777.250.
- Um coacusado, Simon Paul, ainda está foragido; Branson enviava as partes por correio, com registros postais e mensagens, levando Butler a ser condenado por conspiração e tráfico ilegal de águias.
- Branson contou, em mensagens, que caçava as águias “aqui fora” e chegou a dizer que estava cometendo crimes; estima‑se que tenha matado pelo menos cento e dezoito águias e duzentos e sete milhas de falcões, arrecadando até 360 mil dólares.
A morador de Humble, no Texas, se declarou culpado de comprar caudas e conjuntos de penas de águias-imperiais abatidas ilegalmente, segundo o Escritório do Procurador dos EUA para o Distrito de Montana. A investigação envolveu uma rede de tráfico de aves de rapina na região.
Butler, John Patrick, 71 anos, foi condenado em 5 de maio a cinco anos de liberdade condicional e a pagar 77.500 dólares em restituição. As peças de águia foram adquiridas no âmbito do esquema de contrabando investigado pela Justiça.
As águias-imperiais e as águias-de-cauda-amarela foram mortas em torno da Reserva Indígena Flathead, no estado de Montana, conforme o comunicado. Um segundo envolvido, Travis John Branson, foi condenado por matar as aves e enviar partes do corpo a Butler.
Branson recebeu quase quatro anos de prisão em outubro de 2024, seguido de três anos de liberdade condicional e restituição de 777.250 dólares. A ação envolveu envio postal das peças para o Texas, com registros de cartas e mensagens facilitando as vendas.
Um co-acusado, Simon Paul, continua foragido, segundo a autoridade. Branson discutiu publicamente, por mensagens, a prática de caçar águias, mantendo que teria abatido pelo menos 118 águias e 107 raposas, faturando até 360 mil dólares com a atividade ilegal.
A promotoria aponta que as peças foram vendidas a Butler por meio do correio, com evidências em mensagens e registros postais que sustentam a condenação por conspiração, tráfico ilegal de águias e aquisição de partes de aves abatidas de forma ilegal, em violação à Lei Lacey.
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