- Curitiba lidera o ranking de capitais com 71,29 pontos; Brasília fica em segundo, seguida por São Paulo, Campo Grande e Belo Horizonte.
- O Índice de Progresso Social utiliza cinquenta e sete indicadores que avaliam saúde, segurança, educação, saneamento, moradia, inclusão social e meio ambiente.
- Porto Velho, Macapá, Maceió, Salvador e Rio Branco aparecem entre as capitais com pior qualidade de vida.
- Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, é apontada como a cidade com melhor qualidade de vida do país; Uiramutã, em Roraima, fica na última posição.
- A média nacional ficou em 63,40 pontos, com destaque para desigualdades regionais, principalmente entre Sul/Sudeste e Norte.
O IPS Brasil, estudo que avalia qualidade de vida usando 57 indicadores, divulgou nesta quarta-feira os resultados de 2026 para as 27 capitais. A avaliação considera saúde, segurança, educação, saneamento, moradia, inclusão social e meio ambiente.
O levantamento foi elaborado pelo instituto Imazon, em parceria com outras organizações, e levou em conta dados de todos os municípios. A publicação destaca que não basta riqueza econômica; equilíbrio entre áreas urbanas é essencial.
Capitais com melhor qualidade de vida
Curitiba lidera pela segunda vez consecutiva, com 71,29 pontos. Brasília aparece na segunda posição, seguida por São Paulo, Campo Grande e Belo Horizonte. O ranking reflete desempenho diverso entre áreas da cidade.
A liderança de Curitiba se deve a indicadores ambientais, de áreas verdes e planejamento urbano. Brasília teve força em infraestrutura e acesso a serviços públicos. São Paulo destacou infraestrutura e diversidade de serviços.
Capitais com pior qualidade de vida
Porto Velho e Macapá aparecem no topo da lista das capitais com menor desempenho. Salvador e Maceió também figuram entre as colocadas mais baixas, evidenciando profundas desigualdades regionais.
Entre os municípios, Gavião Peixoto, interior de São Paulo, é apontada como a melhor cidade do país. Uiramutã, em Roraima, ocupa a posição mais baixa do ranking nacional.
Dados adicionais do levantamento
A média brasileira ficou em 63,40 pontos em 2026, com variação modesta em relação aos anos anteriores. O estudo evidencia que capitais do Sul e Sudeste ocupam as melhores posições, enquanto o Norte enfrenta maiores dificuldades em saneamento e serviços básicos.
Os organizadores destacam que o IPS busca medir o impacto da riqueza na vida da população, indo além de indicadores puramente econômicos.
Entre na conversa da comunidade