- Advogados de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, apresentaram à Justiça de São Paulo endereços no Rio de Janeiro onde o rapper pode ser notificado em ação que tramita em Santa Isabel.
- A defesa afirma que Oruam é réu primário, tem residência fixa e pode ser encontrado em mais de um endereço, além de atuar como artista de renome em espaços públicos.
- O Ministério Público de São Paulo classifica a iniciativa como tentativa de protelar o andamento do processo e mantém o pedido de prisão preventiva.
- O caso envolve disparo de espingarda durante festa em Igaratatá, no dia dezesseis de dezembro de dois mil e vinte e quatro, com vídeo divulgado em redes sociais.
- A promotora Gabriela Briganti Iodice sustenta que o réu está em local incerto e não sabido, o que indica fuga, e reforça a necessidade da prisão preventiva.
Advogados do rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido como Oruam, apresentaram à Justiça de São Paulo endereços que supostamente poderiam servir para notificá-lo na ação que tramita em Santa Isabel, região do Alto Tietê. Oruam é alvo de processo naquelas comarcas e está foragido do Rio de Janeiro. A defesa diz que o artista pode ser localizado em três endereços no Rio.
O Ministério Público de São Paulo classifica a iniciativa como tentativa de protelar o andamento do processo. O MP reiterou pedido de prisão preventiva para o rapper, citado como réu na ação relacionada a disparo de arma de fogo. A peça prevê a condução coercitiva caso não haja localização apropriada.
O caso envolve um disparo feito por Oruam em 16 de dezembro de 2024, durante uma festa em Igaratá, município paulista. A ação foi gravada e divulgada nas redes sociais, conforme informações do MP.
Contexto do processo
De acordo com a Promotora Gabriela Briganti Iodice, a defesa busca apenas atrasar o andamento e não retira o réu da condição de foragido. O MP aponta o local incerto do réu e afirma que ele desrespeita as medidas cautelares impostas no Rio de Janeiro, mantendo risco de fuga.
A defesa sustenta que Oruam é réu primário, com residência fixa, e figura como pessoa pública de renome. Alegam que o artista está presente em locais públicos e não representa risco atual à aplicação da lei, aos bens ou à instrução criminal. Pedem que não haja prisão por suposta menor ofensividade.
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