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Cirurgião suspeito de silicone falsificado é preso novamente após atendimentos

Cirurgião suspeito de silicone falsificado é preso novamente após atender novos pacientes; clínica clandestina em Porto Alegre é fechada e materiais apreendidos, incluindo silicone industrial proibido

Cirurgião suspeito de usar silicone falsificado volta a ser preso depois de atender novos pacientes
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  • Cirurgião suspeito de usar silicone falsificado foi preso novamente em Porto Alegre após atender novos pacientes, mesmo com o registro suspenso.
  • A clínica clandestina na cidade foi fechada e os materiais apreendidos pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul.
  • A investigação mostrou que o médico continuava atendendo pacientes e marcando procedimentos após a prisão em flagrante em março.
  • Durante a operação, foram localizadas substâncias com características de silicone industrial, proibido para uso no corpo humano e que pode causar infecções, necrose e morte.
  • Até o momento, o médico não indicou advogado.

Um cirurgião suspeito de usar silicone falsificado voltou a ser preso após atender novos pacientes, mesmo com o registro suspenso. A ação ocorreu em Porto Alegre, envolvendo clínica clandestina, fechada pela Polícia Civil.

A prisão ocorreu após a Justiça manter o registro profissional suspenso do médico. Ele já tinha sido detido em flagrante em março e continuava a realizar procedimentos e agendar novas consultas.

Durante as buscas, a Polícia Civil encontrou substâncias com características de silicone industrial, produto proibido para uso no corpo humano. O uso poderia causar infecções, necrose e risco de morte.

Até o momento, o médico não indicou advogado, segundo relatos das autoridades. A clínica clandestina foi lacrada, e materiais apreendidos passam por perícia para confirmar a procedência.

Operação e desdobramentos

As investigações apuram como o médico mantinha atendimento apesar da suspensão. A polícia busca entender a origem dos materiais encontrados e se houve indução de pacientes a procedimentos inseguros.

A cidade de Porto Alegre aguarda desfechos do caso, com continuidade das diligências para esclarecer responsabilidade civil e penal. Caminhos legais devem seguir para apuração completa dos fatos.

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