- Virada Cultural 2026, na 21ª edição, terá mais de mil atrações espalhadas por São Paulo ao longo de vinte e quatro horas.
- O maestro João Carlos Martins abriu a programação no Palco Anhangabaú, com atraso no início e problemas de som.
- Estiveram no palco o secretário municipal de Cultura e Indústria Criativa, Totó Parente, e a primeira-dama Regina Nunes, pré-candidata a deputada estadual.
- O frio e a chuva afetaram a participação, mas fãs chegaram cedo para acompanhar as apresentações previstas para a noite.
- Rappin’ Hood cancelou o show por motivos de saúde; a programação externa da Escola Municipal de Iniciação Artística Chácara das Flores também foi cancelada devido ao volume de chuvas.
O Virada Cultural 2026 teve início nesta sexta-feira, em São Paulo, com mais de mil atrações previstas em 24 horas. A 21ª edição foi aberta pelo maestro João Carlos Martins, no Palco Anhangabaú, em decisão que manteve o tom festivo mesmo com o frio e a chuva. O show começou com meio atraso e apresentando pequenos problemas de sonorização.
Além de Martins, participaram do lançamento Totó Parente, secretário Municipal de Cultura e Indústria Criativa, e Regina Nunes, primeira-dama e pré-candidata a deputada estadual. O público foi chegando aos poucos, sob condições climáticas adversas, e os micróbios de público não faltaram em meio ao tempo chuvoso.
Os shows seguem agora por toda a cidade, com programação distribuída por 24 horas. Em frente ao palco, fãs como Emerson Kaue, 21, e Tamires Colin, 28, chegaram cedo para ocupar espaço em pé e acompanhar as apresentações, incluindo obras da música clássica como a Quintíssima Sinfonia de Beethoven.
Cancelamentos e mudanças na programação
Rappin’ Hood, um dos destaques do Centro Cultural São Paulo, cancelou seu show após informar ter sido internado por questões de saúde e precisar se recuperar. A Escola Municipal de Iniciação Artística Chácara das Flores também adiou atividades externas para o domingo em razão do volume de chuva.
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