- Drones de carga com capacidade para transportar o equivalente a vinte fuzis aparecem entre as frentes do Comando Vermelho.
- Treinamento com técnicas trazidas da guerra na Ucrânia é citado como parte da capacitação da organização.
- Há uma fazenda clandestina de mineração de criptomoedas usada como fonte de financiamento.
- O grupo infiltra estruturas políticas e amplia atuação para além das favelas.
- Os principais chefes da facção seguem protegidos nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio.
Drones de carga, bunkers na mata, fazenda clandestina de mineração e criptomoedas. O Grupo Comando Vermelho (CV) amplia as frentes de atuação no Rio de Janeiro, além do tráfico tradicional. Estruturas logísticas aparecem como suporte à facção, com foco em financiamento e domínio territorial. Chefes da facção seguem abrigados nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte.
Investigações recentes apontam uso de drones capazes de transportar o equivalente a 20 fuzis, além de treinamento com técnicas associadas a conflitos internacionais. As ações sugerem uma evolução na capacidade logística e de combate, sem vinculação exclusiva ao tráfico de drogas.
As movimentações ocorrem em diferentes frentes, segundo autoridades: infiltração em estruturas políticas, expansão para áreas fora de comunidades, mineração de criptomoedas e exploração de serviços de internet. A atuação combina estratégias de domínio com fontes de financiamento de longo prazo.
Frentes de atuação
A expansão envolve também a manutenção de proteção a líderes da facção, muitos remanescentes dos chamados complexos da Penha e do Alemão. Essas salvaguardas dificultam investidas de forças de segurança e de políticas públicas locais.
Segundo levantamentos, a organização busca ampliar poder territorial e influência, mantendo estruturas de comando ativas em território urbano. As operações reforçam a necessidade de monitoramento integrado entre segurança pública, tecnologia e políticas de prevenção ao crime.
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