- Gerson Palermo foi capturado na região de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, nesta terça-feira (26. mai. 2026).
- O traficante era considerado um dos principais líderes do PCC e estava foragido desde 15 de abril de 2020, quando deixou o presídio de segurança máxima em Campo Grande (MS) após conseguir prisão domiciliar.
- A operação foi conjunta entre a Polícia Federal brasileira e a Força Especial de Combate ao Narcotráfico da Bolívia; ele deve ser expulso do território boliviano e entregue à polícia brasileira.
- A prisão ocorreu com base em trocas de informações entre os dois países; Palermo não tinha processos na Bolívia, segundo a autoridade boliviana.
- Palermo já havia sido condenado a 126 anos de prisão por tráfico internacional de drogas e sequestro de avião (caso ocorrido em 2000, com pouso forçado em Porecatu, no Paraná), quando liderava a quadrilha envolvida no crime.
Gerson Palermo, apontado como um dos principais líderes do PCC, foi preso na região de Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia, nesta terça-feira (26/5/2026). A captura ocorreu em operação conjunta entre a Polícia Federal brasileira e a Força Especial de Combate ao Narcotráfico da Bolívia. Ele deverá ser entregue às autoridades brasileiras.
Palermo estava foragido desde 15 de abril de 2020, quando deixou o presídio de segurança máxima de Campo Grande (MS) após obter habeas corpus que permitiu prisão domiciliar. A fuga ocorreu pouco após a autorização judicial.
A operação foi resultado de intercâmbio de informações entre os dois países. O comandante da força boliviana, David Gómez, informou que Palermo será expulso do território boliviano e entregue à polícia brasileira. Ele não possuía processos na Bolívia, segundo as autoridades locais.
Detalhes da prisão
Palermo foi localizado em Santa Cruz de La Sierra após a cooperação entre as forças de segurança. A expulsão e a entrega ocorrerão conforme acordo entre Brasil e Bolívia, com o objetivo de cumprir mandados pendentes no Brasil.
Fuga de 2020
Em 15 de abril de 2020, Palermo conseguiu o habeas corpus durante plantão judicial em Mato Grosso do Sul. O then desembargador Divoncir Maran autorizou prisão domiciliar em menos de 40 minutos e, cerca de cinco horas depois, a tornozeleira foi rompida.
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