- Eva Matravolgyi nasceu em Budapeste e saiu da Hungria aos 22 anos após a Revolução Húngara de 1956, chegando ao Brasil com o marido, a mãe e a filha.
- O casal se estabeleceu em São Paulo, onde tiveram os outros dois filhos e ela aprendeu português, sendo marcada pela dedicação à família.
- Ela gostava de cinema, participava de grupos da terceira idade na Universidade de São Paulo, especialmente de música, como coral, e de atividades físicas.
- Entre as visitas e receitas, preparava pogácsa, fasirt e palacsinta, e valorizava momentos em família, especialmente com os netos.
- Eva morreu no dia 13 de abril, aos 92 anos, de infarto, deixando três filhos e seis netos.
Eva Matravolgyi Vezér nasceu em Budapeste e viveu boa parte da vida em São Paulo. Fugitiva da Hungria após a Revolução de 1956, chegou ao Brasil aos 22 anos com o marido Ladislau, a mãe Margarida e a filha Marta. Nos anos seguintes, tiveram apoio da irmã Susana e criaram os dois filhos no estado paulista.
No Brasil, Eva aprendeu português, dedicou-se à família e manteve forte vínculo com os netos. Além dos cuidados diários, era ativa em atividades culturais, especialmente na USP, onde participou de grupos de terceira idade focados em música e exercícios.
Trajetória e vida familiar
A filha Marta relembra a paixão da mãe pela convivência familiar e pela educação dos filhos. Eva também preparava jantares festivos de Natal, investindo tempo em presentear e acompanhar cada integrante da família. Entre os pratos que costumava fazer estavam pogácsa, fasirt e palacsinta.
Legado e características
Conforme descrita pela família, Eva enfrentou adversidades com coragem, mantendo raízes húngaras e abrindo espaço para a reinvenção no Brasil. Os netos destacam a alegria, o canto em húngaro e a presença constante, que marcou gerações.
Falecimento
Eva faleceu em 13 de abril, aos 92 anos, em decorrência de um infarto durante o sono. Deixa 3 filhos e 6 netos, cuja lembrança busca manter vivo o seu compromisso com a família, a educação e a convivência entre gerações.
Entre na conversa da comunidade