- O secretário de Cultura de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, disse que a cachaça de alambique pode virar patrimônio imaterial do estado durante a FestMalhas, em Jacutinga.
- O reconhecimento depende da regularização pelo governo federal, ainda em andamento.
- A iniciativa busca valorizar a produção artesanal, preservar técnicas tradicionais e estimular turismo e economia local.
- A regularização federal é etapa essencial para o reconhecimento nacional e pode facilitar a exportação.
- A FestMalhas, feira do Sul de Minas, reúne produtores, artesãos e visitantes, destacando cultura, gastronomia e tradições da região.
O secretário de Cultura de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, afirmou durante a FestMalhas, em Jacutinga, que a cachaça de alambique pode se tornar patrimônio imaterial do estado. A declaração ocorreu nesta quarta-feira (3) e envolve o reconhecimento pelo governo federal.
A proposta destaca a valorização da produção artesanal e tradicional da bebida, símbolo da cultura mineira. Segundo Oliveira, o andamento depende da regularização junto à Casa Civil federal, ainda em processo.
Patrono da festa, Oliveira abriu oficialmente a FestMalhas, feira que reúne produtores, artesãos e visitantes do Sul de Minas. O evento valoriza a cultura local, a gastronomia e as tradições da região.
Processo de reconhecimento
A iniciativa visa preservar técnicas e saberes da cachaça de alambique, com produção artesanal e ingredientes naturais. A regularização federal é etapa essencial para o reconhecimento oficial no Brasil.
Se confirmado, o título de patrimônio imaterial pode fortalecer a identidade de Minas Gerais e incentivar o turismo e a economia regional, gerando oportunidades para produtores locais e para o polo turístico de Jacutinga.
A cachaça de alambique é lembrada como uma das bebidas mais tradicionais do estado, com história que remonta ao século XIX. A produção contínua vem ganhando admiradores nacionais e internacionais.
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