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Mulher que fingiu ter 12 anos é indiciada por estelionato em SC

Polícia encerra inquérito sobre mulher que fingiu ter 12 anos, vivendo como filha adotiva em Joinville; indiciada por falsa identidade e estelionato

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  • A Polícia Civil de Santa Catarina concluiu o inquérito sobre a mulher de 37 anos que fingiu ter 12 anos e viveu 14 meses como filha adotiva em Joinville (SC).
  • Amanda Maria Souza de Oliveira foi indiciada por falsa identidade e estelionato; a prisão preventiva havia sido decretada pela Justiça catarinense na tarde de quarta-feira (3).
  • Em depoimento, Amanda confirmou golpes também em Curitiba (PR), Nova Iguaçu (RJ) e nos estados de Minas Gerais, Goiás e Ceará.
  • Em Santa Catarina, a polícia investiga outros dois casos em Florianópolis e Chapecó; o inquérito foi finalizado e encaminhado à Justiça.
  • O Ministério Público de Santa Catarina irá decidir se apresenta denúncia, solicita novas diligências ou pede o arquivamento; a defesa aguarda exame psiquiátrico autorizado pela Justiça na mesma data (3) para se manifestar.

A Polícia Civil de Santa Catarina encerrou nesta sexta-feira (5) o inquérito sobre uma mulher de 37 anos que fingia ter 12 anos e viveu 14 meses como filha adotiva na casa de uma família de Joinville. Amanda Maria Souza de Oliveira foi indiciada por falsa identidade e estelionato.

Segundo o depoimento, além de Joinville, a suspeita também aplicou o golpe em Curitiba (PR) e Nova Iguaçu (RJ), além de ter atuação em Minas Gerais, Goiás e Ceará. A Justiça investiga, ainda, dois casos em Florianópolis e Chapecó.

A prisão preventiva foi decretada pela Justiça de Santa Catarina na tarde de quarta-feira (3). O inquérito foi finalizado e encaminhado ao Ministério Público, que decidirá se apresenta denúncia, solicita novas diligências ou pede o arquivamento.

Situação processual e próximos passos

A defesa de Amanda, representada pelo advogado Rafael Luiz Siewert, aguarda o resultado de exame psiquiátrico, autorizado pela Justiça na mesma data da decretação da prisão, para se manifestar sobre as conclusões do inquérito.

O MP de Santa Catarina deverá analisar o material e decidir sobre denúncia. Ainda não há data para a validação do exame ou para novas diligências solicitadas pela defesa.

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