Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Perdão judicial a Monique Medeiros no caso Henry Borel, entenda o benefício

Perdão judicial a Monique Medeiros no caso Henry Borel: juiz reconhece homicídio culposo sem pena após desclassificação do dolo

Monique Medeiros durante julgamento no Tribunal do Júri pela morte de Henry Borel
0:00
Carregando...
0:00
  • A mãe de Henry Borel, Monique Medeiros, recebeu perdão judicial da juíza Elizabeth Machado Louro, no 2º Tribunal de Justiça da Capital, no Rio de Janeiro.
  • O perdão judicial ocorre quando o juiz reconhece o crime e a autoria, mas não aplica pena, por entender que as consequências já punem suficientemente o autor.
  • Monique havia sido denunciada pelo Ministério Público pelo crime de homicídio doloso do filho, mas o júri desclassificou para homicídio culposo.
  • Jairinho foi condenado a 43 anos de prisão.
  • A magistrada afirmou que Monique já sofreu punição severa, incluindo julgamentos, agressões na prisão e ataques nas redes sociais, sugerindo tratamento diferente se fosse homem.

Monique Medeiros, mãe do garoto Henry Borel, recebeu perdão judicial em decisão do 2° Tribunal de Justiça da Capital, no Rio de Janeiro. O benefício não anula a acusação: a magistrada reconheceu o crime e a autoria, mas decidiu não aplicar pena.

O caso envolve ainda o ex-namorado de Monique, o vereador Dr. Jairinho, que foi condenado a 43 anos de prisão por homicídio qualificado. A desclassificação ocorreu do homicídio doloso para culposo, em meio a longos debates no tribunal.

A licença para o perdão judicial está prevista no código penal para homicídio culposo e lesão corporal culposa, quando não há intenção de ferir. A decisão ressalta que as consequências para Monique já seriam, segundo a juíza, suficientemente punitivas.

Contexto legal

Elizabeth Machado Louro explicou que Monique já enfrentou julgamentos públicos nas redes e na imprensa, além de enfrentar dois julgamentos ao longo de cinco anos. A magistrada afirmou que a sociedade trataria a situação de forma diferente se a ré fosse um homem.

Desdobramentos

A defesa de Monique argumentou que a família já sofreu severamente com o desdobrar do caso. Ainda não há confirmação de novas audiências ou de eventual recurso relacionado ao perdão judicial. A defesa de Jairinho continua com as fases processuais regulares.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais