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Homem é preso em Jaú por venda de emagrecedor ilegal no país

Operação da Polícia Civil em Jaú prende homem por vender emagrecedor ilegal sem registro na Anvisa; risco à saúde pública e pena pode chegar a cinco anos

Reprodução canal do Youtube Record Paulista
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  • Um homem foi preso em Jaú, no interior de São Paulo, por vender um emagrecedor ilegal no país durante operação da Polícia Civil nesta quarta-feira (5).
  • O produto era comercializado sem autorização e sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pela internet e em pontos de venda locais.
  • Foram apreendidas diversas embalagens e materiais usados na fabricação e distribuição do emagrecedor ilegal; o suspeito foi autuado por venda de produto ilegal e crime contra a saúde pública.
  • A polícia alerta sobre os riscos à saúde de produtos sem registro e destaca que a venda irregular pode resultar em até cinco anos de prisão.
  • A investigação busca identificar outros envolvidos na cadeia de produção e distribuição; denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo telefone 181 ou pelo site da Polícia Civil.

Um homem foi preso em Jaú, no interior de São Paulo, durante uma operação da Polícia Civil nesta quarta-feira (5). Ele vendia um emagrecedor sem autorização e sem registro na Anvisa, pela internet e em pontos de venda na cidade e região.

Durante a ação, os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão na residência do suspeito. Foram apreendidas várias embalagens do produto, além de insumos usados na fabricação e distribuição do emagrecedor ilegal.

O suspeito foi levado à delegacia e autuado por venda de produto ilegal e crime contra a saúde pública. A investigação segue para identificar demais envolvidos na cadeia de produção e distribuição.

Medidas e orientação à população

A polícia alerta sobre os riscos de consumir produtos sem registro na Anvisa e recomenda que a população adquira itens apenas por fontes confiáveis, verificando procedência e registro.

Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo 181 ou pelo site da Polícia Civil. A ação busca proteger a saúde pública e coibir o comércio ilícito na região.

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