- João Lucas Nemezio Sales, 11 anos, teve uma das pernas amputadas após ataque de tubarão na praia de Piedade, no Grande Recife, e foi transferido na quinta-feira para um hospital da rede Unimed.
- Ele permanece em isolamento estrito por alto risco de infecção, com a imunidade baixa; cada visita representa risco adicional.
- A família iniciou uma campanha de arrecadação para cobrir custos não cobertos pelo plano de saúde e adaptações necessárias para a recuperação.
- O pai afirmou que a recuperação será longa, que o filho mora com a mãe e o irmão em uma casa pequena e que precisa de suporte para voltar a viver normalmente.
- No mesmo fim de semana, outra vítima de tubarão, uma jovem de 19 anos em Boa Viagem, teve a perna direita arrancada; ela recebeu alta da UTI e segue na enfermaria, com apoio médico.
O menino João Lucas Castor Nemezio Sales, 11 anos, segue em isolamento médico com alto risco de infecção após ser atacado por tubarão na praia de Piedade, no Grande Recife, no domingo. Ele teve uma perna amputada e foi transferido na quinta-feira para uma unidade da rede Unimed, no Centro do Recife.
Inicialmente internado na UTI do Hospital da Restauração, no Derby, o garoto recebeu atendimento imediato após o ataque. Na quinta-feira foi encaminhado para enfermaria de uma unidade da mesma rede, mantendo acompanhamento multidisciplinar.
O pai da criança, que atua na Polícia Rodoviária Federal, informou que a família está enfrentando uma longa recuperação. O uso de um torniquete na praia foi citado como crucial para estabilizar o quadro antes da chegada dos socorros. A saúde psicológica do menino também demanda cuidado especializado, segundo ele.
Ainda em relação ao incidente, a jovem Marcela Vitória de Lima Santos, 19 anos, teve a perna direita arrancada por tubarão em Boa Viagem, área da Zona Sul do Recife, no dia seguinte ao ataque de João Lucas. Ela recebeu alta da UTI na quinta-feira e permanece internada na enfermaria do HR.
A família abriu uma campanha de arrecadação para cobrir custos não cobertos pelo plano de saúde, incluindo adaptações, tratamentos adicionais, remédios e insumos. O pai ressaltou que o apoio das equipes médicas e de quem participou do socorro foi essencial para a sobrevivência de João Lucas.
Ainda segundo a família, João Lucas mora com a mãe e o irmão em uma casa pequena, o que acentua a necessidade de apoio financeiro durante a recuperação prolongada. O pai afirmou que pretende viabilizar a transferência de volta para perto de casa assim que possível.
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