- Mulher usou identidade falsa e passou pela Casa de Acolhimento Rosa Mística, em Montes Claros, alegando ter 18 anos; caso ocorreu em dezembro de 2024.
- Ela chegou com documentos falsificados e foi acolhida junto a outras crianças e adolescentes antes de a farsa ser descoberta.
- Após a constatação da falsidade, a suspeita foi encaminhada às autoridades competentes; a identidade real ainda não foi revelada.
- A coordenadora Mychelle Castro Ferreira destacou que a instituição realiza triagem rigorosa, mas admite que golpes podem ocorrer e pediu fiscalização mais rígida de documentos e de verificação de identidade.
- A Polícia Civil informou que a mulher foi ouvida e as investigações seguem para apurar antecedentes criminais e possíveis outros envolvidos.
Uma mulher foi presa por uso de identidade falsa após passar por uma casa de acolhimento em Montes Claros, no Norte de Minas. O caso ocorreu em dezembro de 2024, envolvendo a Casa de Acolhimento Rosa Mística e a coordenação da instituição. A suspeita chegou acompanhada de documentos falsos e afirmou ter 18 anos.
Ela ingressou no abrigo com documentação adulterada, entrou no processo de acolhimento e conviveu com crianças e adolescentes. Só após a verificação da identidade a fraude foi constatada e a mulher foi encaminhada às autoridades competentes.
A coordenadora Mychelle Castro Ferreira explicou que a casa realiza triagens rigorosas, mas reconheceu que pessoas podem enganar os funcionários. Ela pediu fiscalizações mais rígidas na emissão de documentos e na verificação de identidade.
Investigações em curso
A Polícia Civil de Montes Claros informou que a mulher foi ouvida e que as investigações continuam para verificar antecedentes ou a participação de terceiros. A identidade verdadeira ainda não foi divulgada.
A instituição, dedicada a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, segue colaborando com as autoridades para garantir segurança e bem-estar dos acolhidos, mesmo em casos de uso de identidade falsa.
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