- Mulher de 37 anos foi presa preventivamente após se passar por criança de 12 e, inicialmente, se apresentar como 18 anos chamada de “Aline”, buscando emprego na panificação.
- Ela se aproximou de um casal de Joinville por intermédio de um pastor da igreja que frequentavam, e, diante de dificuldades, recebeu acolhimento temporário em casa.
- A suspeita passou a dizer que se chamava “Gabriele”, dizia ter 11 anos e que havia sido vítima de abusos pelo padrasto, o que levou o casal a acolhê-la em definitivo.
- Morou com eles por cerca de 14 meses, chegou a haver festa de aniversário para os seus supostos 12 anos, e ela fingia ser autista com comportamentos infantis.
- A prisão em flagrante foi convertida em preventiva; há outros três procedimentos em Santa Catarina, além de condenação em Goiás e registros em São Paulo, Minas Gerais e Ceará, por estelionato e falsa identidade; a suspeita confirmou os crimes durante o interrogatório.
A mulher de 37 anos ficou detida preventivamente após se passar por uma criança de 12 anos para ser acolhida por um casal em Joinville, Santa Catarina. Ela se aproximou deles por meio de um pastor da igreja que frequentavam.
Inicialmente, ela se apresentou como Aline, jovem de 18 anos com experiência em panificação, buscando emprego. Com o tempo, relatou problemas de saúde e dificuldades financeiras, e o casal ofereceu abrigo temporário.
Mudança de versão e acolhimento
Depois, a suspeita passou a dizer que se chamava Gabriele, tinha 11 anos e seria vítima de abusos pelo padrasto. O casal autorizou que ela vivesse na casa de forma definitiva.
Amanda morou com a família cerca de 14 meses, e houve uma festa de aniversário considerando seus 12 anos. Ela também relatava autismo e simulava comportamentos infantis.
Despesas e conduta
Todos os gastos, com alimentação, moradia e medicamentos, foram custeados pelo casal. Segundo o registro, não houve subtração de dinheiro, apenas o objetivo de manter o acolhimento.
Prisão e desdobramentos
O marido tomou conhecimento da verdade após vídeos divulgados na internet e realizou a denúncia. Amanda foi presa em flagrante, convertida posteriormente em preventiva por histórico de crimes similares.
Histórico e acusações
Em Santa Catarina, há mais três procedimentos criminais em andamento, além de uma condenação em Goiás e outros registros em SP, MG e CE. A suspeita deverá responder por estelionato e falsa identidade; ela confessou os crimes à polícia durante o interrogatório.
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