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Oito exposições para visitar em São Paulo em junho

Programação de junho em São Paulo reúne oito exposições de arte e cultura asiática, com destaques para Shiro e Sopro do Mar

Mergulhador equipado com roupa de neoprene e nadadeiras está submerso próximo à superfície do mar, coletando frutos do mar em uma rede suspensa. Vegetação marinha densa cobre o fundo rochoso ao redor.
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  • Shiro: Uma Escala de Nuances, na Japan House, investiga tons de branco na cultura japonesa; fica em cartaz até 25 de outubro.
  • Sopro do Mar – Jeju Haenyeo, Mulheres e Coletividade, no Centro Cultural Coreano no Brasil, apresenta o modo de vida das mergulhadoras de Jeju; ocorre de 12 de junho a 30 de agosto.
  • Beijo de Língua, no MAC USP, reúne esculturas, desenhos, fotografias e vídeo de Nelson Felix; fica até 29 de novembro.
  • Jean-Michel Othoniel – Poetic Living, na Casa de Vidro, é a primeira mostra institucional do artista no Brasil; fica até 11 de julho, com entradas a partir de R$ 58 e gratuidade para crianças até 10 anos.
  • Para Crianças: Experiências Com Arte Desde 1968, na Pina Contemporânea, oferece 11 obras interativas para público infantil; vai até 2 de agosto, com ingresso de R$ 40 e gratuidades aos sábados e no segundo domingo do mês.

A programação de junho em São Paulo traz oito exposições que vão desde arte contemporânea até cultura asiática, em cinco centros culturais da cidade. Os temas vão de tons de branco na cultura japonesa até a vida das mergulhadoras de Jeju, na Coreia do Sul.

Entre os destaques, está Shiro: Uma Escala de Nuances, na Japan House, que explora a cor branca na tradição japonesa, com foco em tons catalogados no Japão. A mostra fica em cartaz até 25 de outubro.

Outra exposição de peso é Sopro do Mar – Jeju Haenyeo, Mulheres e Coletividade, no Centro Cultural Coreano no Brasil. Registra a vida das mergulhadoras de Jeju, coletando frutos do mar em apneia, sem aparelhos de respiração.

Programação em destaque

Beijo de Língua, no MAC USP, reúne esculturas, desenhos, fotografias e vídeo de Nelson Felix. A mostra propõe diálogo entre ilustrações de aimara e aramaico, textos gravados que se articulam em duas línguas.

Jean-Michel Othoniel – Poetic Living, na Casa de Vidro, é a primeira mostra institucional do artista francês no Brasil. Esculturas em vidro, aquarelas e instalações dialogam com a arquitetura de Lina Bo Bardi.

Para crianças, Experiências Com Arte Desde 1968, na Pina Contemporânea, traz 11 obras interativas para o público infantil, com atividades de desenho e construção de obras no espaço.

Continuidade da agenda

Peticov, no Centro Cultural São Paulo, percorre a trajetória do artista Antonio Peticov com cerca de 400 trabalhos, incluindo peças icônicas ligadas a Tropicália e ilusões de ótica. A mostra fica até 2 de agosto.

Quando o Sonho Encontra o Azul, no MIS, reúne 15 imagens de Daniela Dib que criam uma narrativa entre sonho e realidade, com sonorização de água no ambiente. A mostra fica em cartaz de 23 de junho a 3 de agosto.

Encerrando a lista

Shiro: Uma Escala de Nuances, na Japan House, ocupa o espaço até 25 de outubro. A mostra reúne uma teia suspensa com juban de seda e uma tabela de 19 tons de branco catalogados no Japão, entre outras peças.

Sopro do Mar – Jeju Haenyeo, Mulheres e Coletividade, no Centro Cultural Coreano, fica em cartaz de 12 de junho a 30 de agosto. O público pode acompanhar fotos, vídeos e trajes usados pelas mergulhadoras da ilha de Jeju.

Viva Viva Escola Viva, no Av. Faria Lima, exibe o trabalho de Escolas Vivas, com trançados de fibra de tucum e instalações que refletem saberes indígenas e científicos. A mostra fica de 10 de junho a 9 de agosto.

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