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Áudio mostra policial preso negociando drogas e divisão de lucros com delegado

Áudios da operação Perfídus revelam policial negociando drogas com facção e citando o delegado Morroni; grupo movimentou cerca de R$ 10 milhões em quatro anos

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  • A Operação Perfídus cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão, resultando na prisão temporária de diversos envolvidos.
  • Áudios mostram o policial Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido como “Bomba”, negociando drogas com integrantes de facção criminosa e citando o delegado Braz Morroni na divisão de lucros na Paraíba.
  • A investigação aponta que o grupo movimentou cerca de R$ 10 milhões em quatro anos, com a divisão de valores entre cinco pessoas, incluindo o delegado.
  • João Wicttor Alves de Lima é apontado como responsável por armazenar, refinar e comercializar drogas, além de realizar transferências financeiras para membros do esquema.
  • Entre os suspeitos estão policiais civis e agentes que teriam facilitado o tráfico de drogas desviadas, com Morroni descrito como participante ativo no esquema.

A operação Perfídus, deflagrada pela Polícia Civil, cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão e resultou na prisão temporária de diversos envolvidos. O foco é a organização criminosa que atua no comércio de drogas na Paraíba.

Segundo as investigações, o policial Everton Rychelyson da Silva Aires, conhecido como Bomba, negociava drogas com integrantes da facção criminosa. O material das investigações também aponta participação de funcionários públicos no esquema.

As apurações indicam que o grupo movimentou cerca de 10 milhões de reais em quatro anos. Os valores seriam distribuídos entre cinco pessoas, incluindo o delegado Braz Morroni, conforme informações oficiais.

Entre os suspeitos, aparecem policiais civis e agentes que teriam facilitado o tráfico de drogas desviadas. A investigação afirma que Morroni cobrava rapidez na recuperação de valores e oferecia proteção institucional aos membros do esquema.

Na gravação, Everton Rychelyson dialoga com João Wicttor Alves de Lima, apontado como responsável por armazenar, refinar e comercializar drogas, além de realizar transferências financeiras para integrantes do esquema.

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