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Filha de paciente relata UPA onde mulher gravou vídeos antes de morrer

Testemunhas relatam que Brenda Maia morreu após presenciar salas vazias e falta de insumos na UPA de Justinópolis, apontando possível negligência

Mãe de Michely Carvalho relata ter visto os últimos momento de Brenda Maia com vida
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  • Brenda Larissa Maia, de 32 anos, morreu após registrar vídeos dos corredores da UPA de Justinópolis, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, na madrugada de sábado.
  • Testemunhas relatam que a mãe de Michely Carvalho, que estava na mesma sala de emergência, presenciou o falecimento da jovem ao lado de outra paciente.
  • Acompanhantes dizem que profissionais já reconheceram a falta de recursos na unidade, com médicos dizendo que não têm o que fazer no local.
  • Pouco antes de morrer, por volta de 1h30, Brenda gravou que todas as salas estavam vazias e que haveria transferência de paciente, antes de cair no corredor.
  • Familiares e usuários da UPA denunciaram negligência e precariedade, afirmando que precisam recorrer à imprensa para conseguir atendimento.

O caso de Brenda Larissa Maia, 32 anos, que morreu na UPA de Justinópolis, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, ganha novos detalhes após relatos de acompanhantes. Segundo familiares, a jovem gravou vídeos nos corredores antes de falecer.

A mãe de Michely Carvalho, que estava na mesma sala de emergência, disse ter visto Brenda morrer ao lado de outra paciente. Michely afirma que a unidade vive momento de desamparo e que médicos admitiram a falta de recursos para atendimento.

Horas antes da morte, por volta da 1h30, Brenda percorreu os corredores registrando a ausência de socorro. Em uma das gravações, a denúncia de salas vazias e de médicos em descanso foi mencionada pela própria paciente, antes de cair no corredor.

Testemunhas falam de precariedade na unidade

Michely Carvalho diz que pacientes e famílias precisam buscar recursos externos para conseguir atendimento, o que tem gerado revolta entre quem depende do serviço. Ela alega que a situação da UPA é grave e requer providências rápidas.

A família da vítima comunicou à imprensa a intenção de buscar transparência sobre o caso, avaliando futuros passos legais. Ainda não houve confirmação oficial sobre investigação ou condutas administrativas internas.

A prefeitura de Ribeirão das Neves não respondeu a pedidos de manifestação sobre o caso até o momento. A unidade segue em funcionamento, com informações sobre capacidade de atendimento sendo atualizadas pela administração municipal.

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