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MG prevê período crítico e lança plano de prevenção a incêndios

MG lança plano de prevenção a incêndios com R$ 440 milhões até 2031, mirando monitoramento via satélite, drones e educação ambiental durante período crítico

Estratégia prevê investimento de R$ 440 milhões até 2031
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  • Minas Gerais anunciou plano de prevenção a incêndios florestais com investimento de 440 milhões de reais até 2031.
  • A estratégia busca ampliar capacidade de combate, prevenção e educação ambiental diante de períodos críticos de incêndios.
  • O plano prevê aquisição de equipamentos, capacitação de brigadistas, torres de observação, recuperação de áreas degradadas e monitoramento por satélite e drones.
  • O período de maior risco ocorre entre julho e setembro, com implementação gradual de ações já neste ano.
  • Segundo o Inpe, o estado registra cerca de 2,5 mil ocorrências anuais, em sua maioria causadas por ações humanas; a população é orientada a evitar queimadas, fogueiras e descarte irregular de lixo.

O governo de Minas Gerais anunciou nesta quarta-feira (8) a elaboração de um plano de prevenção a incêndios florestais. O objetivo é ampliar a capacidade de combate, prevenção e educação ambiental, diante da possibilidade de períodos de fogo mais intensos com as mudanças climáticas e o El Niño.

O plano prevê investimentos de 440 milhões de reais até 2031. Os recursos serão usados na aquisição de equipamentos, capacitação de brigadistas, construção de torres de observação e ações de recuperação de áreas degradadas.

Também está previsto o desenvolvimento de um sistema de monitoramento por satélite e drones para agilizar a resposta a ocorrências.

O período de maior risco em Minas ocorre entre julho e setembro, quando as condições climáticas favorecem a expansão das queimadas. A implementação deve ocorrer de forma gradual, com ações prioritárias já neste ano.

Investimentos e ações

O conteúdo do plano inclui o monitoramento contínuo, a instalação de torres de observação e o fortalecimento de brigadas locais. Além disso, haverá ações de recuperação de áreas degradadas e capacitação de equipes.

Segundo o secretário Germano Vieira, as mudanças climáticas e o El Niño devem elevar o risco de incêndios, tornando o planejamento ainda mais relevante para o estado.

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) aponta Minas Gerais como um dos estados mais afetados, com média de 2,5 mil ocorrências anuais, majoritariamente causadas por ações humanas, como queimas agrícolas e descarte inadequado de lixo.

Participação da sociedade

O governo pediu à população que evite queimar lixo, não faça fogueiras em áreas de risco e descarte de forma irregular. A atuação da sociedade é vista como componente essencial para reduzir incidentes.

O plano será divulgado oficialmente na próxima semana, com detalhes sobre ações e cronogramas de execução. A expectativa é reduzir o número de incêndios e proteger a vegetação nativa.

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