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Funcionário do IML é preso por usar biometria de vítima morta para fazer Pix

Funcionário do IML é preso suspeito de usar biometria de vítima falecida para transferir R$ 7 mil via Pix em Santos

Funcionário do IML é preso suspeito de usar biometria de vítima já morta para fazer Pix
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  • Um funcionário do Instituto Médico Legal (IML) de Santos é suspeito de usar a digital de uma vítima morta para fazer Pix no valor de R$ 7 mil.
  • A transferência teria ocorrido pouco depois da morte do homem, que sofreu um grave acidente de moto nas proximidades do Porto de Santos.
  • A vítima teve o celular desbloqueado por biometria e o dinheiro foi transferido para a conta do próprio funcionário, segundo a investigação.
  • A corregedoria da Polícia Civil abriu boletim de ocorrência; o suspeito foi preso e responde por peculato, furto, fraude eletrônica e destruição de provas.
  • A família da vítima registrou o crime e afirmou que o celular da vítima foi danificado, supostamente para eliminar provas.

Um funcionário do Instituto Médico Legal (IML) de Santos é alvo de investigação após suspeitas de uso indevido da biometria de uma vítima já morta para realizar um Pix de R$ 7 mil. O caso envolve uma família que vivenciou o choque do crime.

A suspeita se originou após o falecimento do homem, ocorrido em um grave acidente de moto próximo ao Porto de Santos. O corpo foi encaminhado ao IML, junto com pertences pessoais, e liberado à família. Ao pegar a mochila e o celular, a viúva percebeu danos no aparelho.

Ao consultar o extrato bancário, a mulher constatou um Pix realizado depois da morte. O valor foi transferido para a conta de um funcionário do próprio IML, segundo as informações da apuração. A família informou que os recursos eram destinados aos filhos.

A Corregedoria da Polícia Civil instaurou a investigação e deteve o funcionário do necrotério. A linha investigativa aponta uso da digital da vítima para desbloquear o celular e acessar a conta bancária por biometria, além de danos ao equipamento para dificultar provas.

Segundo a polícia, o acusado responde por suspeita de peculato, furto, fraude eletrônica e destruição de provas. O caso segue em apuração para esclarecer a cadeia de responsabilidades e confirmar autoria.

A família solicitou apoio das autoridades para esclarecer o que ocorreu e buscar reparação. O IML informou que vai colaborar com as investigações e apurar internamente eventuais falhas no fluxo de procedimentos.

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