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Influenciadora do agro morta a tiros no interior de Minas Gerais

Influenciadora do agro é morta a tiros na varanda da casa em Mutum; investigação apura motivação e ainda não há suspeitos identificados

Vítima foi atingida por pelo menos três tiros, um deles na nuca
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  • Alzira Maria Theodoro Luiz, 43 anos, influenciadora conhecida por mostrar o cotidiano da zona rural de Mutum, foi assassinada a tiros no domingo, 7 de junho, na varanda de casa.
  • O crime ocorreu na residência da vítima, no Córrego Mata Fria, zona rural de Mutum, a cerca de 410 km de Belo Horizonte, no Vale do Rio Doce.
  • Segundo a Polícia Militar, dois homens em uma motocicleta vermelha chegaram ao local, usaram capacetes e toucas para esconder o rosto e atiraram diversas vezes, incluindo um tiro na nuca.
  • A vítima foi socorrida, mas já estava sem vida quando chegou o atendimento; até o momento, nenhum suspeito foi preso.
  • A investigação, conduzida pela Polícia Civil, busca esclarecer a motivação e identificar os autores, com diligências na região.

Alzira Maria Theodoro Luiz, 43 anos, conhecida como influenciadora do agro, foi assassinada a tiros na manhã de domingo (7) em Mutum, no Vale do Rio Doce, interior de Minas Gerais. O crime ocorreu na varanda da casa da vítima, que estava sozinha no momento.

A Polícia Civil investiga o caso, que ainda não tem suspeitos presos. Testemunhas relataram que a dupla chegou em uma motocicleta vermelha, com capacetes e toucas para esconder os rostos, e efetuou os disparos. Alzira não resistiu aos ferimentos.

Última publicação da influenciadora mostra-a na varanda, por volta de 8h30, tomando café e comentando a manhã. As informações são da Polícia Militar, que acionou o socorro ainda que a vítima já estivesse sem vida.

Mutum ficou conhecido pela atuação de Alzira, que compartilhava a rotina no campo com mais de 1 milhão de curtidas e conteúdo sobre manejo rural, produção agrícola e vida na zona rural. Ela morava no Córrego Mata Fria e vivia sozinha.

A investigação busca esclarecer motivação e identificar autores. Familiares disseram não haver relatos de ameaças recentes ou envolvimento em ocorrências policiais. Equipes continuam diligências na região para esclarecer as circunstâncias.

Denúncias podem ser feitas de forma anônima à Polícia Militar (190) ou ao Disque Denúncia Unificado (181). Informações úteis serão apuradas pela polícia durante as diligências.

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