- Uma operação prendeu três suspeitos de ligação com o PCC que teriam infiltrado o Ministério Público de São Paulo.
- Entre eles estão o chefe de investigação da Polícia Civil de Campinas, um ex-policial civil e um ex-estagiário do Ministério Público.
- Eles seriam responsáveis por participar de um plano de assassinato de um promotor de Justiça.
- Vídeo divulgado pela polícia mostra o chefe de investigações de Campinas, ao lado de um empresário, um dos principais acusados, em camisa preta, em Campinas, uma semana antes da operação que frustrou o crime em 2025.
- Segundo as investigações, o ex-estagiário do Ministério Público acessou informações da instituição para extorquir dinheiro do PCC; defesas não foram localizadas.
Um grupo de investigadores da Polícia Civil de São Paulo prendeu três suspeitos de ligação com o crime organizado, entre eles um chefe de investigação, um ex-policial e um ex-estagiário do Ministério Público. Segundo apurações, eles teriam participação em um plano para assassinar um promotor de Justiça.
As prisões ocorreram nesta terça-feira (9), em Campinas, interior paulista, durante operação que apura infiltração de integrantes do PCC no Ministério Público. Um vídeo divulgado pela própria polícia mostra o chefe dos investigadores próximo a um empresário, um dos principais alvos do suposto esquema, com vestimenta preta.
De acordo com as investigações, o grupo estaria envolvido em um plano de atentado contra o promotor, com a participação de um empresário ligado ao crime organizado. O encontro captado pelo vídeo ocorreu cerca de uma semana antes de uma ação policial que, segundo as autoridades, ajudou a frustrar o crime.
Ainda conforme as apurações, o ex-estagiário do MP teria acesso a informações da instituição para suposta extorsão ligada ao PCC. As defesas dos suspeitos não foram localizadas até o momento, o que impede comentários adicionais sobre os fatos.
A investigação segue para verificar a extensão da participação de cada envolvido, bem como a possível cadeia de comando do crime organizado no contexto do MP paulista. As autoridades não confirmam outras prisões ou detalhes operacionais ainda em andamento.
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