- Um mês após a explosão causada por obra da Sabesp no Jaguaré, em São Paulo, morreram duas pessoas e 51 famílias perderam suas casas.
- 51 famílias ficaram desabrigadas; 797 receberam o auxílio emergencial de R$ 5 mil e 70 imóveis precisaram de reparos.
- A Sabesp afirmou que a Defesa Civil já liberou o imóvel, mas o casal Laércio e Maria não pretende voltar, morando hoje em hotel.
- A empresa pediu uma nova vistoria para avaliar a situação, após a explosão ter atingido tubulação de gás no decorrer da obra.
- Até o momento, 51 imóveis foram condenados; 14 famílias foram para apartamentos mobiliados, 7 optaram pela reconstrução, 11 receberam indenização e 2, por carta de crédito; governo afirmou reforçar fiscalizações e Comgás e Sabesp seguem em diálogo para atender as famílias.
Oito semanas se passaram, mas os impactos da explosão ocorrida em uma obra da Sabesp no Jaguaré, zona oeste de São Paulo, seguem. O acidente ocorreu há exatamente um mês, matou duas pessoas e deixou dezenas de famílias desabrigadas em imóveis danificados. A investigação e a avaliação de danos permanecem em curso.
Moradores relatam dificuldades para reconstruir a rotina. Cinquenta e uma famílias perderam suas casas. Um casal, Laércio e Maria, está em hotel e retorna apenas para pegar objetos. Eles apresentaram rachaduras e danos visíveis em seus imóveis.
A Sabesp informou que a Defesa Civil liberou os imóveis afetados, mas os moradores ainda não desejam retornar. A empresa pediu nova vistoria para avaliação adicional das condições após a explosão. Rebelações são tratadas entre concessionária e governo.
Ao todo, 51 casas foram condenadas e várias famílias buscam opções previstas pelas concessionárias e pelo governo para recomeçar. Quatorze famílias aceitaram moradia em apartamentos mobiliados, sete optaram pela reconstrução, 11 receberam indenização e duas, cartas de crédito.
Reação pública e ações de fiscalização
O governo do estado reforçou fiscalização e normas de segurança em obras no subsolo. Comgás e Sabesp dizem manter diálogo ativo para atender às demandas das famílias, conforme houve durante o processo de readequação da área atingida.
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