- YouTube libera mensagens diretas no Brasil para o app móvel, ampliando o alcance em vários países.
- O recurso funciona com um ícone de conversa no topo direito; é possível gerar um convite com link para compartilhar via e-mail, WhatsApp e afins.
- O link de convite expira em sete dias e a conversa só pode ocorrer entre contas do YouTube, com 18 anos ou mais.
- A função está disponível na tela de reprodução de vídeos e permite emojis e GIFs, mas não anexos.
- Além do Brasil, a funcionalidade chega a Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal e Reino Unido.
O YouTube liberou o recurso de mensagens diretas no Brasil, disponível apenas nos aplicativos móveis. A função facilita o envio de conteúdos da plataforma, incluindo vídeos e Shorts, por meio de mensagens diretas.
A novidade chega após testes e segue a experiência que começou a se espalhar por outros países. Em 2019, o YouTube encerrou uma função de mensagens que havia sido lançada dois anos antes, recebendo críticas de usuários.
O recurso retorna com proposta simplificada. O objetivo é oferecer mais uma forma de compartilhar conteúdos dentro da plataforma, mantendo o chat como opção adicional para recomendações.
Como funciona
Para iOS e Android, o usuário encontra o ícone de conversa no topo direito do app. Ao tocar em “Convidar para conversar”, é gerado um link de convite para a conversa no YouTube, que pode ser compartilhado por e-mail, WhatsApp etc.
Na tela de reprodução de vídeos, o acesso é similar: usar o botão de compartilhar e selecionar alguém com quem já conversa ou gerar um link de convite. O link expira em sete dias.
Quem recebe o link precisa ter conta no YouTube e idade mínima de 18 anos. No momento, as conversas se dão apenas no aplicativo, sem suporte para a versão web.
Requisitos e disponibilidade
O destinatário basta aceitar o link e iniciar a conversa. A função permite emojis e GIFs, mas não aceita anexos. O objetivo aparenta ser facilitar o compartilhamento de conteúdo na plataforma.
Além do Brasil, a liberação ocorre em Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal e Reino Unido, entre outros. A extensão também sinaliza o interesse do YouTube em ampliar recursos de interação sem migrar para formatos mais complexos de comunicação.
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