- Um juiz da Califórnia marcou novo julgamento para 14 de fevereiro de 2028 nos casos de abuso movidos por Wade Robson e James Safechuck contra Michael Jackson.
- Os dois acusadores, que aparecem no documentário Leaving Neverland (2019), dizem ter sido abusados pelo astro quando eram menores.
- O processo foi consolidado em 2024; as partes renunciaram prazos para evitar julgamento antecipado, com uma audiência adicional marcada para setembro.
- As empresas MJJ Productions e MJJ Ventures são citadas como responsáveis por facilitar ou encobrir a suposta conduta.
- Jackson faleceu em 2009 e já enfrentou outras acusações em casos anteriores, incluindo o de 2003 a 2005, no qual foi absolvido.
Dois acusadores de Michael Jackson, Wade Robson e James Safechuck, terão novo julgamento marcado para 2028. O juiz da Califórnia, Michael E. Whitaker, aceitou estabelecer a data para 14 de fevereiro de 2028, após renúncias de prazos entre as partes.
Os advogados de Robson, Safechuck e do espólio de Jackson, representados por John Carpenter, haviam tentado acelerar o processo, ligado ao documentário Leaving Neverland (2019). Os EUA já haviam considerado a fase de instrução com várias audiências, com disponibilidades limitadas de um árbitro.
Contexto do caso
Robson e Safechuck processam a MJJ Productions e a MJJ Ventures por suposta negligência, descumprimento de dever fiduciário e imposição de sofrimento emocional. Os processos foram consolidados em 2024 após nova deliberação em recurso, que reconheceu dever de proteção às vítimas mesmo em empresas ligadas ao suposto agressor.
Detalhes do processo
Os réus são as empresas de Michael Jackson, com afirmativas de que funcionários teriam ajudado a facilitar e encobrir conduta abusiva. Robson, hoje com 43 anos, conheceu o cantor ainda criança; Safechuck, com 48, conheceu Jackson durante as filmagens de um comercial da Pepsi. Ambos alegam abusos ocorridos ao longo de anos, em atividades ligadas a Neverland, na Califórnia.
Histórico judicial
Jackson morreu em 2009, e negou as acusações de abuso infantil ao longo de sua vida. Em 1994, promotores em Los Angeles e Santa Bárbara consideraram inquérito, mas não apresentaram acusações após um acordo com a família de uma suposta vítima. Em 2003, houve novo caso de abuso; o cantor foi absolvido em 2005.
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