- David Hockney morreu aos 88 anos, reconhecido como um dos maiores artistas britânicos, atuando em pintura, fotografia e mídias digitais, entre outras técnicas.
- Nascido em Bradford, em 9 de julho de 1937, cresceu em uma família unida e dedicou-se desde cedo à arte, estudando na Bradford Grammar School e no Royal College of Art.
- Em 1964 mudou-se para Los Angeles, onde encontrou o cenário ideal para seus trabalhos sobre luz, piscinas e figuras humanas, consolidando sua carreira internacional.
- Em 2018, uma de suas pinturas de piscinas bateu o recorde de venda para um artista vivo, atingindo quase £ 70 milhões; ele dizia seguir a regra de “pinte as coisas que ama”.
- Ao longo da carreira, recusou títulos de nobreza, aceitou a Ordem do Mérito e recebeu inúmeras retrospectivas, com novas mostras programadas, incluindo um grande expo em Paris e outra no Tate Modern.
David Hockney morreu aos 88 anos, consolidando-se como um dos artistas britânicos mais influentes. Reconhecido por dominar vários meios, deixou uma marca marcante na arte contemporânea.
Ao longo da carreira, explorou pintura, fotografia, gravuras, vitral e design de ópera. Ganhou projeção na década de 1960 e manteve relevância em exposições internacionais por décadas.
Nascido em Bradford, em 9 de julho de 1937, Hockney cresceu em uma família de forte convicção. A trajetória incluiu o Royal College of Art e a mudança para Los Angeles, onde seu estilo ganhou cores vivas e temas como as piscinas.
Trajetória e influências
O artista foi influenciado por RB Kitaj, que o orientou a pintar o que amava. Entre as obras marcantes, destacam-se as séries de piscinas da Califórnia e paisagens da Yorkshire, por vezes em escala monumental.
Na década de 1990, retornou-se a uma produção mais contida, com foco em landscapes e imagens feitas com iPad. Em 2023, apresentou uma imersão cinematográfica 4D em Londres, unindo pintura, fotografia e projeções.
Legado e reconhecimentos
Hockney recusou algumas honrarias, mas aceitou o Order of Merit, considerado um reconhecimento pessoal da monarca. Ao longo de sua vida recebeu múltiplos prêmios e retrospectivas, incluindo grandes mostras em Paris e Londres.
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