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Menino morto por envenenamento com chumbinho no Rio será enterrado neste sábado

Laudo confirma envenenamento por chumbinho em menino de 11 anos; enterro ocorre neste sábado no Cemitério Vila Rosali, Baixada Fluminense

Arthur passou mal após comer um bolo
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  • O corpo do menino Arthur de 11 anos será enterrado no Cemitério Vila Rosali, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, na tarde deste sábado (13).
  • O laudo toxicológico confirmou envenenamento por chumbinho, com a substância terbufós-sulfóxido identificada, um tipo de raticida ilegal.
  • O IML também identificou lidocaína e midazolam, indicando possível relação com atendimento médico durante a internação de dez dias no CTI, quando o garoto teve complicações renais e hepáticas e sofreu três paradas cardíacas.
  • A polícia investiga a origem do bolo que ele teria levado da escola para casa; câmeras de segurança e testemunhas estão sendo analisadas, e o caso passou a ser tratado como homicídio, transferido para a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense.
  • O pai de Arthur pediu justiça, dizendo que o filho era saudável e não tinha doenças, e solicitou que a polícia identifique o responsável pela suposta covardia.

O corpo do menino Arthur de Mello da Silva, de 11 anos, será enterrado no Cemitério Vila Rosali, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, neste sábado. Arthur morreu após ficar 10 dias internado em estado grave no CTI. A morte ocorre após ele ter ingerido veneno conhecido como chumbinho.

O laudo toxicológico, emitido pelo Instituto Médico Legal, confirmou a presença de terbufós-sulfóxido, um raticida ilegal, no organismo da criança. Também foram identificadas lidocaína e midazolam, medicamentos usados em procedimentos médicos, sugerindo associação com o atendimento hospitalar durante a internação. As análises serão integradas aos demais elementos da investigação.

Arthur permaneceu internado após apresentar mal-estar na noite de segunda-feira, 1º de junho, quando retornou para casa com um bolo na mochila vindo da escola. O pai afirma que o bolo era remanescente de uma festinha da avó, mas a mãe contesta, dizendo que o doce não foi levado da festa e que o sabor distribuído não era de chocolate.

Contexto e investigação

A polícia abriu inquérito para apurar a origem do bolo supostamente contaminado. Câmeras de segurança foram analisadas e testemunhas foram ouvidas para identificar quem entregou o doce a Arthur. Com a confirmação da morte, o caso passou a tramitar como homicídio e foi encaminhado à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense.

Desdobramentos e próximos passos

Exames periciais e o prontuário médico devem embasar a apuração, que continua em andamento. O pai do garoto pediu que as autoridades encontrem o responsável pela suposta covardia que tirou a vida de Arthur, descrevendo-o como uma criança saudável que não possuía doenças graves.

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