- Samuel Coutinho Ferreira, 17 anos, desapareceu em nove de abril e o corpo foi encontrado em estado de decomposição em São Sebastião (DF) no dia dezessete de abril.
- Um dos suspeitos, Daniel Santos Alencar, 19 anos, foi preso pela Polícia Militar do Distrito Federal em onze de junho, sob suspeita de participação no homicídio e ocultação do corpo.
- A prisão ocorreu durante abordagem a uma motocicleta sem retrovisores; o mandado de prisão temporária já havia sido expedido pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios.
- A Polícia Civil informou que não há confirmação da autoria pela pessoa presa até o momento; as investigações, consideradas de alta complexidade, continuam com diversas diligências e análise de provas.
- A família afirma que sente alívio pela prisão, mas segue buscando respostas sobre motivação e justiça pelo que ocorreu com Samuel.
Samuel Coutinho Ferreira, 17, desapareceu em 9 de abril e foi encontrado sem vida em 17 de abril, em uma área de construção em São Sebastião, no Distrito Federal. A causa da morte não foi informada neste texto, e as circunstâncias permanecem sob investigação.
Um suspeito foi preso na quinta-feira (11/6) pela Polícia Militar do Distrito Federal. Daniel Santos Alencar, 19, teve mandado de prisão temporária cumprido em São Sebastião. Ele possui passagem por roubos, tráfico de drogas, ameaça e porte de arma.
A prisão ocorreu após abordagem de motocicleta sem retrovisores, durante patrulhamento do 21º Batalhão. A Polícia Militar informou que o mandado foi expedido pelo Tribunal de Justiça do DF por suspeita de participação na morte e na ocultação do corpo.
A Polícia Civil, por meio da 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião), investiga o caso. As apurações envolvem análise de câmeras, buscas e apreensões, quebras de sigilo e coleta de dados financeiros para confrontar versões.
O pai da vítima, Jailson dos Santos Ferreira, afirmou sentir alívio pela prisão, mas reiterou que a família busca respostas sobre o motivo do crime. Ele enfatizou a necessidade de solução definitiva para evitar sensação de impunidade.
A defesa de Daniel nega envolvimento direto na morte. O advogado afirmou que o único elo seria a aquisição de um celular que já pertencia a Samuel, destacando que não há imagens que comprovem a presença do acusado com a vítima.
As investigações permanecem sob sigilo, com a expectativa de esclarecimento amplo sobre autoria e motivação do homicídio, bem como a identificação de possíveis cúmplices.
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