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Psicóloga de 25 anos dedicou curta carreira a ajudar pessoas

Psicóloga de 25 anos morre em UTI após meningite; família autoriza doação de órgãos para salvar outras vidas

Juliana Reijane Neo ( 2000 - 2026 )
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  • Juliana Reijane Neo era psicóloga de 25 anos, formada em 2023 pela Unicep, em São Carlos, interior de São Paulo.
  • Trabalhou na clínica Cuhidar Saúde e era reconhecida por ajudar pacientes, segundo o namorado, Leonardo Willian de Souza, e a mãe, Vanessa.
  • Em abril, foi levada à UPA de São Carlos com enxaqueca e recebeu diagnóstico de meningite; permaneceu na UTI da Santa Casa entre 17 de abril e 1º de maio, quando faleceu.
  • A família autorizou a doação de órgãos para beneficiar outras pessoas.
  • Juliana era descrita como alguém que amava a família, os amigos, a música e os livros.

Juliana Reijane Neo, formada em psicologia, faleceu aos 25 anos após hospitalização por meningite. A jovem trabalhava na clínica Cuhidar Saúde, onde atuava como psicóloga, e já recebia reconhecimento pelo impacto positivo no atendimento.

A família relembra que Juliana sempre demonstrou grande paixão pela família, pelos amigos, pela música e pela literatura. O namorado descreve que a dedicação a atividades favoritas marcava quem ela era.

Nascida em São Carlos, interior de São Paulo, Juliana se graduou pela Unicep em 2023. A trajetória acadêmica e profissional foi marcada pela vocação de ajudar as pessoas, segundo relatos próximos.

Em abril, a jovem teve enxaqueca que evoluiu para meningite e foi atendida na UPA da cidade. Entre os dias 17 de abril e 1º de maio, permaneceu na UTI da Santa Casa de São Carlos, onde veio a óbito.

Apesar da dor, a família decidiu pela doação de órgãos. O gesto foi apresentado como forma de transformar a perda em benefício a outras pessoas. A decisão também ajudou a mãe a lidar com a despedida.

A profissional de saúde que atendeu Juliana chegou a abraçar a mãe após a confirmação da morte, evidenciando o impacto emocional do caso no ambiente hospitalar.

A doação de órgãos foi aprovada pela família, mantendo o foco em ajudar terceiros mesmo diante da perda. A polícia e autoridades de saúde não indicam participação de fatores externos no falecimento.

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