- A BYD confirmou que o Dolphin G DM-i, híbrido plug-in flex para o Brasil, faz parte dos planos da marca, seguindo a estratégia de adaptar híbridos ao etanol.
- O modelo combinará motor a combustão e propulsão elétrica, visando maior autonomia e menos recargas.
- O Dolphin G DM-i terá visual próprio, com carroceria de 4,16 metros de comprimento e entre-eixos de 2,61 metros; o porta-malas fica entre 425 e 1.225 litros com os bancos traseiros rebatidos.
- A motorização deve combinar motor 1,5 aspirado com um motor elétrico dianteiro, entregando cerca de 212 cv; a autonomia total pode superar 1.000 quilômetros com bateria carregada e tanque cheio.
- A fábrica de Camaçari, na Bahia, é citada como possível local de produção nacional, com lançamento no Brasil previsto para 2027 e preços estimados entre R$ 130 mil e R$ 150 mil.
A BYD confirmou que o novo Dolphin G DM-i está nos planos para o Brasil. O hatch híbrido plug-in deve chegar com motorização flex, alinhado à estratégia da fabricante de adaptar seus híbridos ao etanol. A informação foi veiculada pelo Mundo do Automóvel para PCD.
O Dolphin G DM-i terá visual próprio, diferente do Dolphin elétrico. O carro terá carroceria próxima à dos compactos, com 4,16 m de comprimento e entre-eixos de 2,61 m. O porta-malas varia entre 425 e 1.225 litros com os bancos traseiros rebaixados.
A BYD prevê tecnologia Super Hybrid DM-i, com motor 1.5 aspirado e motor elétrico dianteiro. A potência fica em torno de 212 cv nas versões convencionais. A autonomia combinada pode superar 1.000 km com bateria carregada e tanque cheio.
A fábrica de Camaçari, na Bahia, aparece entre os locais cotados para futura produção nacional. A atuação local pode diminuir custos e aumentar a competitividade do modelo no Brasil.
As primeiras projeções apontam preço entre R$ 130 mil e R$ 150 mil, posicionando o Dolphin G DM-i entre os compactos eletrificados mais acessíveis. O lançamento europeu deve ocorrer nas próximas semanas, com chegada ao Brasil esperada para 2027.
Tecnologia e desempenho
O Dolphin G DM-i aposta na combinação de propulsão a combustão e elétrico para ampliar autonomia e reduzir recargas. A BYD ressalta a eficiência da proposta frente ao Dolphin atual.
O conjunto híbrido DM-i busca manter desempenho similar ao de modelos com motor quente, sem abrir mão da economia de combustível. A expectativa é manter boa relação entre custo e benefício para o mercado nacional.
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