- A chegada do frio aumenta a preocupação com pessoas em situação de rua no Brasil e eleva o risco de doenças e complicações de saúde.
- Dados do Ministério da Cidadania indicam mais de 222 mil pessoas nessa condição, em sua maioria em áreas urbanas.
- Em São Paulo, há centros de acolhimento no inverno e campanhas de arrecadação de roupas, cobertores e alimentos.
- Especialistas alertam que o frio pode agravar quadros de doenças respiratórias, cardíacas e neurológicas, além de aumentar o risco de acidentes e mortes.
- A Secretaria Municipal de Assistência Social de São Paulo orienta denunciar situações de risco pelo telefone 156; a abordagem social funciona 24 horas.
A chegada do frio aumenta a preocupação com as pessoas em situação de rua. No Brasil, o período de temperaturas mais baixas eleva o risco de doenças e complicações de saúde entre quem vive nas ruas.
Diversas ações têm sido realizadas por órgãos públicos e ONGs para oferecer abrigo, alimentação e assistência. O objetivo é reduzir os impactos do frio na população vulnerável.
Segundo o Ministério da Cidadania, o total de pessoas em situação de rua no país é estimado em mais de 222 mil, com a maioria em áreas urbanas. Em São Paulo, a Prefeitura mantém centros de acolhimento no inverno e campanhas de arrecadação.
Especialistas destacam que o frio pode agravar doenças respiratórias, cardíacas e neurológicas, além de aumentar o risco de acidentes. A mobilização social é fundamental para doar roupas, alimentos e tempo para voluntariado.
A Secretaria Municipal de Assistência Social de São Paulo orienta denunciar situações de risco ou necessidade de ajuda pelo 156. O serviço de abordagem social funciona 24 horas por dia e busca encaminhar pessoas a recursos disponíveis.
A cooperação entre governos, sociedade civil e voluntários é crucial neste período de temperaturas mais baixas. A atuação integrada busca salvaguardar a vida de quem vive nas ruas.
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