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Gangue do quebra-vidro aumenta preocupação com segurança em ano eleitoral

Quatro meses para a eleição, a Secretaria da Segurança Pública intensifica ações contra gangues quebra-vidro no centro de São Paulo, buscando reduzir a sensação de insegurança

Gangue do “quebra-vidro” eleva alerta sobre segurança em ano eleitoral
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  • A menos de quatro meses da eleição, a atuação de gangues quebra-vidro passou a ser uma prioridade de segurança pública sob a gestão de Tarcísio de Freitas, com a SSP-SP aumentando o patrulhamento no centro desde abril.
  • Entre janeiro e maio de 2026, a Operação Impacto Quebra-Vidro somou 1.480 prisões em flagrantes; a comparação entre janeiro (208) e maio (121) mostra queda de 42%.
  • A PM diz que não basta reduzir números, é preciso melhoria na percepção de segurança no centro expandido de São Paulo, com operações recorrentes.
  • No transporte público, foram registrados 33 casos por dia entre janeiro e abril deste ano, totalizando 3.992 ocorrências; desde 2024, cerca de 3,1 mil suspeitos foram detidos, sendo 454 nos primeiros cinco meses de 2026.
  • Um caso marcante ocorreu no final de maio, quando seis pessoas ficaram feridas após reagirem a um assalto na estação São Bento, da linha 1-Azul do Metrô; ataques a seguranças também foram reportados na Estação Utinga, CPTM Linha 10-Turquesa.

A gangue conhecida como quebra-vidro volta a preocupar as autoridades em meio ao ano eleitoral. A Secretaria da Segurança Pública intensificou ações de combate na região central de São Paulo desde abril, com foco em reduzir o sentimento de insegurança no centro. A atuação envolve a Polícia Militar e a gestão estadual, citando o potencial impacto na percepção pública.

Segundo a SSP, as ações de fiscalização foram ampliadas na região central. Entre janeiro e maio de 2026, a Operação Impacto Quebra-Vidro resultou na prisão de 1.480 indivíduos em flagrantes relacionados aos crimes dessa modalidade, que consiste em quebrar vidros de veículos parados para furtar aparelhos e objetos de valor. Apesar da queda de 42% entre janeiro e maio, muitos membros operam longe do alcance de patrulhas constantes.

A gestão afirma que a prioridade é melhorar a sensação de segurança, não apenas reduzir números. O secretário-executivo da pasta ressaltou que operações recorrentes são necessárias para trazer tranquilidade aos moradores e trabalhadores do centro de São Paulo. Neurológio entre lideranças aponta que o tema demanda atuação contínua e estratégica.

Violência no Metrô

Os roubos e furtos de celulares em terminais de transporte também alimentam a preocupação. Entre janeiro e abril deste ano, a média foi de 33 ocorrências diárias, totalizando 3.992 registros. Desde 2024, aproximadamente 3,1 mil suspeitos foram detidos, incluindo 454 nos primeiros cinco meses de 2026.

Um caso marcante ocorreu no final de maio, quando seis criminosos atacaram na estação São Bento, da linha 1-Azul do Metrô, deixando seis pessoas feridas após a reação de um policial de folga. Na mesma data, dois seguranças da CPTM foram agredidos na Estação Utinga, da linha 10-Turquesa, em Santo André. A interligação entre linhas preocupa especialmente Tietê, Barra-Funda e Sé, onde há maior movimento de foragidos.

Observatórios do governo estadual ressaltam que a atuação integrada entre forças de segurança e ajustes operacionais são cruciais para reduzir a incidência de crimes nesses pontos. A SSP analisa a continuidade de ações pontuais e de longo prazo para ampliar a percepção de ordem e controle na capital.

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