- O Ministério Público Federal abriu inquérito para apurar denúncia de assédio moral no Hospital das Forças Armadas, em Brasília.
- A investigação aponta, em tese, a chefe titular da Central de Material e Esterilização como suposta responsável pelo assédio.
- As denúncias incluem restrições na licença capacitação, ameaça de remoção de setor, punição por atestados médicos, desvio de finalidade em avaliações funcionais e violação de privacidade.
- O caso envolve o Hospital das Forças Armadas e o Ministério Público Federal.
- A apuração terá duração de até um ano e está sob os cuidados do procurador da República Roberto Carvalho.
O Ministério Público Federal abriu um inquérito para apurar denúncias de assédio moral no Hospital das Forças Armadas, em Brasília. A investigação envolve uma alta oficial e está em curso neste momento, com prazo de até um ano.
Segundo as denúncias recebidas, pesquisadas neste inquérito, a representante acusa restrições à licença capacitação, ameaça de remoção de setor e punições em razão de atestados médicos. Também há alegações de desvio de finalidade em avaliações funcionais e violação de privacidade.
O caso tramita sob a coordenação do procurador da República Roberto Carvalho. A apuração foca em condutas dentro da Central de Material e Esterilização da unidade, conforme o MPF.
Detalhes do inquérito
A apuração busca esclarecer os relatos de condutas que teriam ocorrido no âmbito do hospital, incluindo possíveis impactos sobre servidores e procedimentos internos. O MPF ressalta que a investigação vai considerar documentos, depoimentos e outros elementos disponíveis.
A investigação tem duração prevista de até 12 meses, com etapas de coleta de informações, a análise de documentos e oitivas. O objetivo é esclarecer a veracidade das denúncias e apurar responsabilidades.
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