- O GWM Haval H6 2027 ganhou sistema híbrido flex com sensor que lê o biocombustível em tempo real e pistões com tratamento especial, após mais de 400 mil quilômetros de testes.
- O motor a combustão ganhou o ciclo Miller, reduzindo perdas e aumentando a eficiência; algumas versões registraram queda de até 14% no consumo.
- A linha HEV passou a usar bateria de 1,53 kWh, 20% mais leve, e transmissão híbrida DHT de duas marchas; potência combinada chega a 248 cv e consumo com gasolina é de 15,8 km/l, com aceleração de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos.
- O PHEV19 traz melhorias na transmissão, mantém 326 cv de potência, com 0 a 100 km/h em 7,4 segundos; autonomia elétrica de 77 km e eficiência de até 14,7 km/l na cidade com gasolina e 10 km/l com etanol.
- Nas versão top PHEV35 e GT, há arquitetura com apenas um motor elétrico, nova transmissão DHT de quatro marchas e torque final menor, mas desempenho melhor, 0 a 100 km/h em 4,8 segundos; consumo de até 12,5 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada com gasolina, com autonomia elétrica de 126 km.
O GWM Haval H6, líder entre SUVs híbridos no Brasil, chega à linha 2027 com foco em eficiência e desempenho. O modelo já é produzido em Iracemápolis (SP) e evolui para manter a liderança de vendas acima de R$ 200 mil. A atualização acompanha o motor 1.5 turbo flex com novo sistema híbrido.
A novidade central é o sensor que lê em tempo real a proporção de biocombustível no tanque, ajustando a queima. Pistões receberam tratamento especial para melhorar a durabilidade. Foram mais de 400 mil quilômetros de testes para homologar o sistema híbrido flex.
O conceito Miller chega ao motor a combustão, reduzindo perdas por bombeamento e aumentando a eficiência. Em algumas versões, o consumo caiu até 14%. O pacote elétrico também foi redesenhado para ampliar a eficiência global do veículo.
Atualizações importantes no sistema elétrico
A linha 2027 traz uma bateria de 1,53 kWh nas versões HEV, 20% mais leve e com nova transmissão híbrida DHT de duas marchas, com lubrificação reformulada para menor consumo. A potência combinada aumenta para 248 cv, com consumo de gasolina estimado em 15,8 km/l e 0-100 km/h em 7,6 s.
Entre as opções PHEV, o PHEV19 recebe a mesma transmissão DHT das versões de entrada. Potência permanece em 326 cv, torque com leve oscilação, e o 0 a 100 em 7,4 s. Autonomia do modo elétrico sobe para 77 km, com 19 kWh de bateria e eficiência de 8,8%.
No topo da linha, PHEV35 e GT passam a usar apenas um motor elétrico, com torque combinado menor, mas desempenho superior. A transmissão DHT de quatro marchas, herdada do Wey 07, melhora o escalonamento e a dirigibilidade urbana, mantendo fôlego.
Em termos de consumo, as versões mais caras registram até 12,5 km/l na cidade e 10,7 km/l na estrada com gasolina. No ciclo Inmetro, a autonomia elétrica chega a 126 km para o top de linha com bateria de 35 kWh.
Desempenho e comportamento de condução
Durante o lançamento, foram testadas HEV2, PHEV19 e PHEV35. A relação entre híbridas convencionais e plug-in permanece acentuada, com o HEV2 respondendo de forma ágil. O sistema híbrido flex deixa o SUV mais ágil no uso diário.
Com as mudanças, o Haval H6 mantém o equilíbrio entre conforto e performance. O motor 1.5 turbo flex oferece refinamento superior, especialmente nas versões híbridas. O modelo continua apresentando boa relação entre consumo, equipamentos e preço.
O conjunto de segurança ADAS permanece completo desde a versão de entrada, aliado a acabamento interno e itens de conveniência. A suspensão, revisada em 2026, busca minimizar impactos urbanos sem comprometer a estabilidade.
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