- A Justiça de São Paulo concedeu guarda provisória da criança ao pai, após indícios de uso da imagem da filha em conteúdo sexualizado pela mãe, que tinha uma conta no OnlyFans.
- O caso tramita em segredo de Justiça; o pai afirmou que a mãe produzia conteúdo adulto com a imagem da filha e a expunha a um ambiente inadequado.
- A decisão suspende, momentaneamente, a convivência da criança com a mãe e determina perícia psicossocial, com acompanhamento profissional no eventual retorno.
- A Justiça citou indícios de extrema gravidade, incluindo possível exposição indevida da imagem da menor e sinais de negligência e abandono parental.
- O processo tramita na Quinta Vara da Família e Sucessões do Foro Regional de Santana, em São Paulo; as defesas ainda não foram localizadas pela coluna.
A Justiça de São Paulo concedeu guarda provisória de uma criança ao pai após indícios de uso da imagem da filha em conteúdo sexualizado. A decisão envolve uma mãe que mantinha uma conta na plataforma OnlyFans.
Segundo o processo, o pai alega que a mãe produzia conteúdo adulto utilizando a imagem da filha e a submetia a um ambiente inadequado, sem salubridade. A defesa dele sustenta que a criança era tratada mais como amiga do que como filha.
Os advogados do pai afirmam ainda que a criança era exposta a situações inadequadas, com atividades arriscadas para o seu desenvolvimento. A conclusão aponta para possível negligência e abandono parental.
Medidas e próximos passos
A Justiça suspendeu, de forma provisória, a convivência materna por considerar a situação de extrema gravidade. O objetivo é proteger a menor até a realização de avaliação psicossocial.
Foi determinado também que a retomada do contato entre mãe e filha ocorra sob acompanhamento profissional. O caso tramita na 5ª Vara da Família e Sucessões do Foro Regional de Santana, em São Paulo.
A coluna não teve acesso às defesas apresentadas pela mãe e pelo pai. O processo permanece sob segredo de Justiça.
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