- Duda Nagle, 43 anos, lamentou a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21, após ela ser arremessada sem corda de segurança da Ponte do Esqueleto, em Limeira (SP).
- O acidente ocorreu na manhã de sábado; Maria Eduarda morreu no local e vídeos mostram a ausência de equipamento de proteção.
- O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou a morte no local; seis pessoas foram presas, com três prisões preventivas decretadas.
- Duda afirmou ter pulado no mesmo ponto com os equipamentos, lembrando ter se perdido na mata após o salto.
- A Secretaria de Patrimônio da União informou que a ponte pertence a trecho não implantado do ramal da RFFSA e que a transferência patrimonial para a SPU foi concluída em março de 2026; a SPU se colocou à disposição das investigações.
O ator Duda Nagle lamentou a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, após a estudante ser arremessada de uma ponte em Limeira, interior de São Paulo, sem equipamentos de proteção. O episódio ocorreu na manhã de sábado, durante salto de rope jump na Ponte do Esqueleto.
Nagle afirmou, em vídeo publicado nas redes sociais, que a morte foi uma tragédia horrível. Ele relatou ter saltado do mesmo ponto com todos os equipamentos, destacando a gravidade do ocorrido e dizendo que já passou por situação parecida.
Maria Eduarda morreu no local, segundo informações do Samu. O registro de vídeos mostraria a jovem sendo lançada por dois instrutores, com uma corda de proteção não atrelada aos demais equipamentos, enquanto um terceiro observa. Todos os seis envolvidos foram detidos, e três prisões preventivas foram decretadas.
A Secretaria de Patrimônio da União (SPU), vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, confirmou à imprensa a ocorrência e informou que a ponte pertence a trecho não implantado do ramal da RFFSA entre Limeira e Cordeirópolis, em propriedades privadas. A transferência patrimonial para a SPU de São Paulo foi finalizada em março de 2026.
A SPU reiterou que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações. Procuradas, as empresas associadas às marcas mencionadas nas imagens não comentaram oficialmente o caso até o fechamento deste texto.
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