Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Fiocruz inaugura Galeria a Céu Aberto com fotos de João Roberto Ripper

Fiocruz inaugura a Galeria a Céu Aberto com 20 fotos de João Roberto Ripper, destacando direitos humanos e populações vulneráveis

Rio de Janeiro (RJ), 15/06/2026 – Mãe e filha haitianas refugiadas em fotografia de protesto contra violência de gênero e desrespeito aos direitos humanos. Foto: João Roberto Ripper/Divulgação
0:00
Carregando...
0:00
  • Fiocruz inaugura a Galeria a Céu Aberto com a exposição gratuita “Humanidades”, de João Roberto Ripper, reunindo 20 fotos ligadas aos direitos humanos.
  • A mostra ocorre no gramado lateral da Biblioteca de Manguinhos, no campus da Fiocruz.
  • Ripper, aos 76 anos, soma cinquenta anos de carreira dedicados às populações vulneráveis e vê a galeria como espaço para debater humanidades e direitos humanos.
  • A curadoria é de Dante Gastaldoni, que destaca o mergulho na obra de Ripper com foco no afeto e na solidariedade presentes nas imagens.
  • O projeto faz parte do Acervo João Roberto Ripper no Fiocruz Imagens, dentro das iniciativas de Acesso Aberto, com mais de 180 mil fotogramas em processo de digitalização e catalogação.

A Galeria a Céu Aberto da Fiocruz inaugurou nesta segunda-feira (15) a exposição gratuita Humanidades, com 20 imagens de João Roberto Ripper. A mostra fica no gramado lateral da Biblioteca de Manguinhos, no campus da Fiocruz, e celebra os 50 anos de carreira do fotógrafo.

Ripper, de 76 anos, é reconhecido entre os grandes nomes do fotojornalismo humanista brasileiro. A ideia da galeria é fomentar o debate sobre humanidades e direitos humanos, ampliando o acesso a esses registros para o público em geral.

O curador da exposição, Dante Gastaldoni, destacou que as 20 fotos representam um mergulho na obra de Ripper filtrada pelo afeto entre fotografado e fotógrafo, enfatizando amor, solidariedade e dignidade.

Rodrigo Murtinho, pesquisador da Fiocruz e um dos coordenadores da galeria, contou que a ideia nasceu em 2018, durante viagem a Montevidéu, onde viu uma galeria de céu aberto sobre refugiados. O conceito dialoga com saúde como cidadania.

O acervo integra o conjunto do Acervo João Roberto Ripper na Fiocruz Imagens. O projeto faz parte das iniciativas de Acesso Aberto da instituição, que reúne mais de 180 mil fotogramas em película a serem digitalizados e catalogados.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais