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Helicópteros que caíram no RJ eram de empresário do ramo de frutas

Helicópteros de Turfik Comércio de Frutas e de empresário operavam como serviço privado sem autorização de táxi-aéreo, deixando seis mortos

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  • Dois helicópteros colidiram no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, na manhã de domingo 14, deixando seis mortos.
  • O helicóptero prefixo PP-MAC era da Turfik Comércio de Frutas Ltda; o PR-DJJ pertence ao empresário Maurício Espíndola Dias. Ambos operavam como serviço privado, sem autorização para táxi-aéreo.
  • Segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro, as aeronaves estavam em situação regular; CVA válidos até dezembro de 2026 e março de 2027.
  • A FAB, por meio do Cenipa, foi acionada para a Ação Inicial; a Anac investiga as condições das aeronaves e pilotos, com acompanhamento da Polícia Civil.
  • A BYD, fabricante de veículos elétricos retratados no pátio onde as aeronaves caíram, divulgou nota de pesar e acompanha o caso.

Os helicópteros que colidiram no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio de Janeiro, pertenciam a uma empresa e a um empresário. O acidente ocorreu na manhã de domingo, deixou seis mortos e envolveu atuação na categoria privada.

A aeronave de prefixo PP-MAC era de propriedade da Turfik Comércio de Frutas Ltda. O helicóptero PR-DJJ pertence ao empresário Maurício Espíndola Dias, que não estava a bordo no momento da colisão. Ambos operavam em serviço privado, sem autorização de táxi-aéreo.

Segundo o Registro Aeronáutico Brasileiro, os helicópteros estavam em situação regular. Os CVA são válidos até dezembro de 2026 e março de 2027, respectivamente. A FAB, Anac e a Polícia Civil acompanham o caso para apurar manutenção e operação.

A FAB informou que dispatchou o Cenipa para a Ação Inicial com o SERIPA III, no Rio, visando coleta de dados, preservação de elementos e verificação dos danos. Técnicas específicas são empregadas na ação inicial.

A Anac confirmou a apuração da situação das aeronaves e pilotos, com investigações a cargo do Cenipa. A agência também divulgou solidariedade às famílias das vítimas e orientou usuários da aviação geral a verificar empresas e aeronaves antes do embarque.

A BYD, que tinha veículos no pátio da concessionária atingida, emitiu nota de pesar e informou acompanhar o caso, oferecendo apoio às autoridades competentes. A empresa permanece à disposição para colaborar com as investigações.

Investigações em andamento

  • Serviços de perícia e coleta de dados seguem sob responsabilidade do Cenipa, com participação do SERIPA III.
  • A Polícia Civil realiza apuração adicional sobre as circunstâncias do acidente.

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