- Andrew Heger Ribas, condenado pelos homicídios do avô, Rubem Affonso Heger, e da companheira dele, Marlene dos Passos Stafford Heger, em Cachoeirinha, Região Metropolitana de Porto Alegre, fugiu do Instituto Psiquiátrico Forense (IPF) na última terça-feira (9).
- Ele passou a ser considerado foragido após a expedição de mandado de recaptura e ainda soma pena superior a 52 anos a cumprir.
- A Justiça tinha decretado a revogação de sua internação no IPF, acompanhando pedido de habeas corpus que previa transferência para uma unidade prisional comum.
- A Corregedoria-Geral da Polícia Penal abriu apuração sobre as circunstâncias da fuga, enquanto equipes de segurança realizam buscas pelo condenado.
- As investigações apuram que as vítimas foram mortas após um encontro familiar e que os corpos teriam sido destruídos e descartados em uma área de mata próximo ao Rio Gravataí; além dos homicídios, ele foi condenado por ocultação de cadáver, fraude processual, maus-tratos a animais e resistência à prisão.
Andrew Heger Ribas, condenado pelos assassinatos do avô e da companheira dele, fugiu do Instituto Psiquiátrico Forense (IPF) na última terça-feira, 9 de junho. A fuga tornou-o foragido após a expedição de mandado de recaptura. Cachoeirinha, região metropolitana de Porto Alegre, é o cenário do caso.
A Justiça havia revogado, poucos dias antes, a internação de Ribas e autorizado a transferência para uma unidade prisional comum, conforme habeas corpus apresentado pela defesa. A decisão ocorreu no contexto de procedimentos legais em curso.
Em investigação
A Corregedoria-Geral da Polícia Penal instaurou apuração para entender como a fuga ocorreu. Equipes de segurança intensificam buscas para localizar o condenado, que ainda acumula mais de 52 anos de pena a cumprir.
A condenação foi proferida pelo Tribunal do Júri em agosto do ano passado. Ribas é apontado como autor dos homicídios de Rubem Affonso Heger, 85, e Marlene dos Passos Stafford Heger, 53, ocorridos em 2022. Os corpos nunca foram encontrados.
As investigações apontam que as vítimas teriam sido mortas após um encontro familiar. Segundo a Polícia Civil, os restos mortais teriam sido descartados em uma área de mata próxima ao Rio Gravataí.
Além dos homicídios qualificados, Ribas foi condenado por ocultação de cadáver, fraude processual, maus-tratos a animais e resistência à prisão. A mãe dele, Cláudia de Almeida Heger, também respondia ao processo, mas morreu em 2025 devido a problemas de saúde.
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