- O Dragão Fashion Brasil 2026 aconteceu em Fortaleza, de 9 a 12 de junho, com 40 desfiles em locais como o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e a Ponte dos Ingleses.
- A edição celebra os 300 anos de Fortaleza e valoriza artesanato regional e a diversidade dos criativos nordestinos, com apostas em beachwear, alfaiataria e estética clubber.
- David Lee encerrou o primeiro dia de desfiles, marcando a sua décima apresentação no DFB e apresentando 15 looks femininos.
- Adriana Meira estreou no DFB em parceria com a Associação de Mulheres Quilombolas Artesãs de Barra, Bananal e Riacho das Pedras, no projeto Rio que Conta.
- O evento contou com várias collabs locais e nomes como Patú, Inttuí, Morada, Lino Villaventura, Luci Bortowski, Teroy13 e Carnavália, destacando a joalheria e o uso de técnicas artesanais.
Fortaleza recebeu, entre 9 e 12 de junho, a 27ª edição do Dragão Fashion Brasil. O evento celebrou 300 anos da cidade com 40 desfiles e locações icônicas, como a Ponte dos Ingleses, destacando o artesanato e a diversidade nordestina. A curadoria permaneceu sob Cláudio Silveira.
O DFB reuniu nomes consagrados e estreias, com desfiles no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e em espaços ao ar livre da cidade. A organização reforçou o foco na cadeia criativa regional, incluindo designers cearenses e parcerias com artesãs locais.
David Lee encerrou o primeiro dia com 10ª apresentação no DFB. O estilista cearense mostrou a coleção Ofertório, explorando identidades regionais e abrindo espaço para 15 looks femininos, mantendo a assinatura da marca.
Adriana Meira fez sua estreia no Dragão Fashion Brasil, em parceria com a Associação de Mulheres Quilombolas Artesãs de Barra, Bananal e Riacho das Pedras. A linha Rio que Conta integrou artesanato local com peças fluidas e transparências contemporâneas.
Luci Bortowski apresentou trabalho inspirado em renda de bilro, com foco sustentável. A desfilação ocorreu em cenário urbano, mantendo a estética de moda consciente e diálogo com artesãos da Bahia, por meio do projeto Mãos da Moda.
Dua trouxe bijoux que dialogam com a memória familiar, em parceria com a Chitarte, grupo de artesãs. A coleção Benditas relembra a Irmandade da Boa Maria e valoriza técnicas de bordado crivo rústico em maxibijoux.
Carnavália ampliou o repertório com peças que remetem ao cotidiano nordestino e às festas populares, fortalecendo a presença de marcas regionais no lineup deste ano. A ambientação e a produção buscaram reforçar a identidade local.
Inttuí levou a estética de Washington Carvalho ao DFB, mesclando alfaiataria estruturada com rendas de bilro. A coleção Pele de Céu contou com trabalho de Rendavan, resultado do projeto Mãos de Mãe e da colaboração entre Bahia e Ceará.
Patú, marca cearense em atuação desde 2021, celebrou raízes locais com retorno às origens. A coleção destacou silhuetas marcadas, tafetá torcido e jacquards, em diálogo com a cena de São Paulo e a memória de Fortaleza.
Morada estreou com foco em tingimentos naturais, bordado labirinto e parceria com a Associação Quilombola de Pedra D’Água. A linha Gira mostra peças urbanas que dialogam com tradições locais e técnicas artesanais da região.
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