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Fisioterapeuta é preso por fingir doença grave da filha para arrecadar doações

Fisioterapeuta é preso em Belo Horizonte por falsificar documentos médicos, usar imagem de criança estrangeira e arrecadar doações com doença simulada

Homem também vendia atestados e documentos médicos falsos
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  • Fisioterapeuta foi preso na manhã de quarta-feira, em Belo Horizonte, suspeito de fraudes com documentos médicos falsos.
  • Ele fingia ter uma filha com doença grave para arrecadar doações, usando documentos falsos e a imagem de uma criança estrangeira.
  • Também comercializava atestados e laudos médicos falsos para justificar ausências no trabalho ou na escola.
  • A polícia informou que o suspeito utilizava a imagem de uma criança estrangeira como se fosse sua filha e falsificava documentos para obter benefícios sociais.
  • Ele foi autuado por falsificação de documento público, uso de documento falso e estelionato; a Polícia Civil solicita denúncias pelo 181 ou site da Corporação.

Um fisioterapeuta foi preso na manhã desta quarta-feira (16) em Belo Horizonte, Minas Gerais, suspeito de montar um esquema de fraudes com documentos médicos falsos. A Polícia Civil afirma que ele fingia ter uma filha com doença grave para arrecadar doações.

De acordo com as investigações, o suspeito vendia atestados e laudos médicos falsos para pessoas que precisavam justificar faltas no trabalho ou na escola.

Para dar credibilidade à falsa história, ele utilizava a imagem de uma criança estrangeira como se fosse a filha dele e falsificava documentos para benefícios em programas sociais.

Envolvidos e desdobramentos

A prisão ocorreu na capital, com o suspeito encaminhado à delegacia para encaminhamentos legais. A ação contou com apoio do Ministério Público de Minas Gerais e colaboração de testemunhas.

A polícia informou que o ato envolve falsificação de documento público, uso de documento falso e estelionato. As investigações seguem para identificar outras possíveis vítimas e envolvidos.

A atuação policial ressalta que a falsificação de documentos é crime, com pena prevista de reclusão de até cinco anos, além de multa. Denúncias podem ser feitas pelo 181 ou pelo site da Polícia Civil de Minas Gerais.

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