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Operação mira grupo ligado ao PCC por tráfico e lavagem de dinheiro em SP

Operação Torneira mira grupo ligado ao PCC por tráfico e lavagem; 43 mandados em 12 cidades e R$ 230 milhões em movimentações, com bloqueio de R$ 20 milhões por empresa

GAECO e polícias cumprem mandados em 12 cidades em operação contra tráfico interestadual e lavagem de dinheiro
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  • A operação Torneira, do GAECO, combate esquema interestadual de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro no estado de São Paulo, com atuação do Ministério Público e apoio das polícias Civil e Militar.
  • Estão sendo cumpridos 43 mandados de busca e apreensão em 12 cidades paulistas, entre elas São Paulo, Jundiaí, Campo Limpo Paulista, Valinhos, Cajamar, Águaí, Orlândia, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Birigui, Penápolis e Araçatuba.
  • O núcleo de traficantes ligado ao Primeiro Comando da Capital foi identificado na região de Jundiaí.
  • O esquema de lavagem de dinheiro envolve empresas fantasmas ligadas a um grupo de laranjas no interior de São Paulo, com ramificações em todo o estado.
  • As movimentações financeiras da organização somam cerca de R$ 230 milhões; houve requisitado bloqueio de R$ 20 milhões de cada empresa envolvida.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) deflagrou nesta terça-feira (16) a Operação Torneira, aiming to desmontar um esquema interestadual de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro em São Paulo. A ação envolve agentes da Polícia Civil e da Polícia Militar, com o objetivo de desarticular uma rede ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

A operação cumpre 43 mandados de busca e apreensão em 12 cidades do estado, incluindo São Paulo, Jundiaí, Campo Limpo Paulista, Valinhos, Cajamar, Aguaí, Orlândia, São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Birigui, Penápolis e Araçatuba. As ações são realizadas sob coordenação do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP).

Segundo o MPSP, um núcleo de traficantes vinculado ao PCC atuava na região de Jundiaí, desencadeando a investigação. O esquema de lavagem de dinheiro envolve diversas empresas fantasmas criadas por um grupo de laranjas, com ramificações em várias regiões do interior e do estado.

As autoridades estimam que as movimentações financeiras da organização somam cerca de R$ 230 milhões. Em cada empresa envolvida, foi solicitado o bloqueio judicial de aproximadamente R$ 20 milhões, para assegurar possíveis valores vinculados aos crimes.

Detalhes da operação

As investigações apontam que o tráfico de drogas ocorria em diferentes municípios, com indícios de estrutura financeira para dissimular a origem ilícita dos recursos. A operação busca interromper o fluxo de dinheiro e desmantelar a rede de empresas fantasmas associadas aos golpes.

A ação reuniu equipes do GAECO, da Polícia Civil e da Polícia Militar, com apoio do Ministério Público. Os trabalhos continuam para cumprir novas medidas legais e coletar evidências adicionais que sustentem os procedimentos.

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