- A Polícia Civil deflagrou a operação Rota do Norte contra a facção Tren de Aragua em Roraima e mais cinco estados, com 25 mandados de prisão preventiva e mais de 30 de busca e apreensão.
- Os alvos são investigados por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de armas.
- A operação é realizada simultaneamente em Roraima, Amazonas, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná, com os resultados finais a serem divulgados após as buscas e prisões.
- Segundo a polícia, o grupo fornece armamento de guerra, como metralhadoras calibre .50 e lança-granadas, para organizações criminosas no país, incluindo o Comando Vermelho, no Amazonas e no Rio de Janeiro.
- O Tren de Aragua foi fundado em uma prisão na Venezuela e atua em Colômbia, Bolívia, Peru e Chile; os Estados Unidos classificaram o grupo como organização terrorista.
A Polícia Civil deflagrou nesta terça-feira uma operação contra a facção Tren de Aragua, com atuação em Roraima e mais cinco estados. A ação envolve 25 mandados de prisão preventiva e mais de 30 de busca e apreensão. A operação, batizada de Rota do Norte, ocorre simultaneamente em Roraima, Amazonas, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Os alvos são suspeitos de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de armas.
Segundo a Polícia Civil, o grupo investiga fabrica e fornece armamento de guerra, incluindo metralhadoras calibre .50 e lança-granadas, para outras organizações criminosas do país. O esquema supostamente abastece organizações em áreas como Amazonas e Rio de Janeiro.
Desdobramentos
A ação busca desarticular redes que atuam de forma integrada entre estados. A polícia informou que os resultados finais serão divulgados após a conclusão das buscas e prisões, com informações sobre o alcance e as lideranças do grupo.
Contexto da facção
A Tren de Aragua teve origem na Venezuela e atua em diversos países, incluindo Colômbia, Bolívia, Peru e Chile. No Brasil, o grupo já foi alvo de operações em diferentes estados, com histórico de crimes como sequestro, extorsão, mineração ilegal, tráfico de drogas e tráfico de pessoas.
O material investigado aponta que o grupo atua de forma transnacional, com ligações entre estruturas criminosas na região norte do Brasil e em outras nações. Autoridades brasileiras mantêm o monitoramento de atividades associadas e seguem bloqueios de bens vinculados aos suspeitos.
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