Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Investigação aponta que Deolane planejou levar dinheiro do PCC para Dubai

MP-SP aponta plano de reestruturação societária para transferir patrimônio do PCC a Dubai, com lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada

Deolane Bezerra é ré por envolvimento em lavagem de dinheiro para o PCC
0:00
Carregando...
0:00
  • Ministério Público de São Paulo aponta Deolane Bezerra como peça central de um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC, com plano de reestruturação de empresas e transferência de patrimônio para Dubai.
  • Denúncia foi aceita pela 3ª Vara de Presidente Venceslau, tornando Deolane, Marcola e outros réus no caso.
  • MP identificou uso de empresas de fachada para lavar dinheiro, com sete sociedades ligadas à influenciadora e plano de expansão para julho de 2026.
  • Investigação indica que Deolane recebia depósitos de uma transportadora de fachada, controlada por Everton de Souza, o “Player”, operador financeiro do PCC, totalizando mais de 27 milhões em uma conta.
  • Áudios mostram valores do PCC mantidos em imóveis de Deolane e de seus filhos; ela está presa desde 21 de maio.

Deolane Bezerra é peça-chave em investigação de lavagem de dinheiro ligada ao PCC, aponta Ministério Público de São Paulo. A denúncia aponta plano para reestruturar empresas e transferir patrimônio para Dubai, nos Emirados Árabes, como parte de uma operação maior de lavagem internacional de ativos.

A denúncia foi aceita pela 3ª Vara de Presidente Venceslau na última terça-­feira. São réus Deolane, Marco Willians Herbas Camacho, Paloma Sanches Herbas Camacho, Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho, Alejandro Juvenal Herbas Camacho Junior e Everton de Sousa. A decisão tornou o grupo alvo de ação penal.

O MP aponta evidências de que o plano envolveria reorganização societária de sete empresas vinculadas ao grupo e aquisição de uma SA com fundo em Dubai. O objetivo seria facilitar a transferência de patrimônio para o exterior, usando empresas de fachada para ocultar a origem dos recursos.

Contexto da denúncia

Segundo a investigação, Deolane atuava como receptora de valores ilícitos provenientes de uma transportadora de fachada ligada ao PCC. A movimentação de depósitos era realizada de forma fracionada em uma conta, sob comando de Everton de Souza, conhecido como Player, apontado como operador financeiro do PCC.

Relatórios do Tribunal indicam movimentação superior a R$ 27 milhões em uma única conta, cifra incompatível com a renda declarada pela influenciadora. A Justiça aponta uso de laranjas, fragmentação de depósitos e alterações declaratórias de imposto de renda como técnicas de lavagem.

Expansão e impactos

A apuração também cita que áudios enviados a uma diarista indicam a manutenção de valores do PCC em imóveis de Deolane e de seus filhos. A investigação acompanha ainda a movimentação total estimada em torno de R$ 40 milhões nas contas da influenciadora, com origem ligada a uma transportadora de fachada em Presidente Venceslau.

A operação policial que levou à prisão de Deolane, no dia 21 de maio, é apontada como capítulo inicial do processo. Além disso, a análise busca esclarecer o uso de imóveis, veículos de luxo e joias como indícios de ocultação de patrimônio ligado ao crime organizado.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais