- Alertas falsos de desastres foram exibidos no Google Maps para cinco capitais do Brasil durante a madrugada: Distrito Federal, Rio Branco, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro.
- Os avisos, emitidos pelo sistema da Defesa Civil Nacional, tratavam de alagamentos e deslizamentos de solo, sem detalhes sobre os eventos previstos.
- Em um dos alertas do Rio de Janeiro, houve conteúdo adicional com termos ofensivos que indicam “misantropo” e siglas como “adress”, “dms” e “pprt”.
- A Defesa Civil Nacional informou que não houve confirmação de ocorrência real dos desastres e que os textos vieram de invasão ao sistema oficial.
- O Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional afirmou que vai encaminhar o caso à Polícia Federal para investigação.
Dois asteriscos não devem causar formatação excessiva; vou manter foco informativo.
O Google Maps exibiu alertas falsos de desastres para cinco capitais no Brasil durante a madrugada de sábado, 20. Os avisos — sobre alagamentos e deslizamento de solo — vieram pelo sistema de pesquisa e visualização da plataforma, e não correspondiam a eventos reais segundo a Defesa Civil Nacional. Distrito Federal, Rio Branco, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro foram atingidos pela falha.
As mensagens chegaram por meio do serviço Alerta SOS do Google, que divulga informações de emergência quando há crises. Em geral, o sistema mostra atualizações de autoridades locais ou nacionais e links úteis, sempre com objetivo de facilitar acesso a recursos de emergência. No caso, o texto apresentado não trazia dados verificáveis sobre ocorrências.
Entre os avisos emitidos, houve um caso com texto incomum no estado do Rio de Janeiro, que continha termos confusos e abreviações. A natureza exata da mensagem não ficou clara, e não houve confirmação de desastres pela Defesa Civil. Em resumo, os alertas não condiziam com a realidade reportada pelas autoridades.
Mapa com o alerta SOS foi utilizado pela plataforma para disseminar informações de crise, de acordo com a seção de ajuda do serviço. A finalidade é ampliar o alcance de informações rápidas, associando dados oficiais e contatos de emergência. A Google afirma que atualizações dependem da natureza da crise e da localização.
Ação de cibercriminosos
Horas após o episódio, a Defesa Civil Nacional informou que a invasão pode ter origem em ataques cibernéticos. O Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional comunicou à Polícia Federal para apurar o caso. Não houve confirmação sobre autores ou motivações.
A pasta ressaltou que notificará as autoridades competentes para investigação. Enquanto isso, a plataforma Google reforçou que a ampliação de alertas depende de eventos reais e da validação de fontes confiáveis. Não houve dados adicionais sobre impactos ou responsabilização.
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