- Peugeot 208 ALLURE flex acelera de zero a cento em 9,3 s com etanol, enquanto o Dolphin Mini leva 15,7 s em aceleração equivalente.
- Preços: Peugeot 208 custa 120.990 reais; BYD Dolphin Mini GS sai por 119.990 reais.
- Autonomia: 208 com etanol tem até 465 km na cidade e 559 km na estrada; Dolphin Mini tem 342 km na cidade e 268 km na estrada.
- Produção: 208 é fabricado na Argentina, com motor 1.0 flex produzido em Betim; Dolphin Mini é montado no regime SKD em Camaçari, com peças da China e planos de fornecedores locais até 2027.
- Economia e uso: para quem carrega em casa, o Dolphin tem custo por km menor em kWh; já o 208 oferece maior esportividade e autonomia em uso com etanol.
O Peugeot 208 flex enfrenta o elétrico BYD Dolphin Mini em um teste de desempenho e economia. O duelo aconteceu em espaço de divulgação da Folha Mauá, com avaliação de aceleração, consumo e autonomia, entre um hatch francês flex e um compacto elétrico chinês.
O 208, fabricado no Brasil com motor 1.0 turbo flex de 999 cm³, lidera em velocidade de resposta e retomadas, atingindo 0 a 100 km/h em 9,3 segundos com etanol. O Dolphin Mini precisa de 15,7 segundos para o mesmo sprint.
O teste considerou consumos, autonomia e custo por quilômetro, com base em medições em cidade e estrada. O 208 apresentou melhor desempenho dinâmico e maior autonomia com etanol, enquanto o Dolphin Mini destacou-se pela eficiência elétrica e pela capacidade de espaço para dois ocupantes.
A BYD vendeu 29,5 mil unidades do Dolphin Mini entre janeiro e maio, segundo a Fenabrave, enquanto o Peugeot somou 9.809 emplacamentos no mesmo período. O 208 é feito na Argentina, com o 1.0 flex produzido em Betim, no Brasil, reforçando o uso de componentes locais.
O Dolphin Mini é montado em regime SKD na fábrica de Camaçari, na Bahia, com peças importadas da China. A BYD promete ampliar a participação de fornecedores locais até 2027, mantendo o abastecimento nacional para parte de seus componentes.
Entre os itens de série, ambos oferecem ar-condicionado, direção assistida, rodas de liga leve e central multimídia. O 208 Allure custa 120.990 reais; o Dolphin Mini GS sai por 119.990 reais, com ajustes elétricos no banco do motorista como diferencial.
No desempenho em pista, o 208 se destaca na condução dinâmica. O motor flex entrega 130 cv com etanol e oferece boa resposta em curvas, com aceleração rápida e retomadas firmes. O Dolphin Mini, por outro lado, tem foco urbano e consumo mais eficiente na cidade.
Em termos de consumo, o 208 rende melhor em uso urbano com etanol, além de oferecer maior autonomia com combustível renovável: 465 km na cidade com etanol, 559 km na estrada. O Dolphin Mini, com uso elétrico, alcança 342 km na cidade e 268 km na estrada.
Na prática, motoristas com recarga residencial podem ter custos menores com o Dolphin Mini, graças à cobrança de energia elétrica mais baixa em determinados horários. O custo por quilômetro fica próximo de R$ 0,11 na média urbana para o Dolphin Mini.
O que muda para o dia a dia é claro: no uso urbano, o Dolphin Mini apresenta boa versatilidade para duas pessoas, porém com autonomia menor em viagens longas. O Peugeot 208 oferece maior alcance e velocidade de resposta para deslocamentos maiores.
Resumo: o Peugeot 208 Allure se destaca pelo desempenho e pela autonomia com etanol, além de oferecer espaço interno competitivo. O BYD Dolphin Mini GS privilegia eficiência elétrica, custo por quilômetro menor na cidade e boa oferta de espaço para uso urbano.
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