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Operação em SP mira suspeitos de invadir sistemas da Justiça para vazar dados ao PCC

Gaeco deflagra Operação Backdoor no interior de São Paulo contra advogados suspeitos de vazar dados da Justiça para o PCC; sete mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária

Suspeitos de invadir sistemas da Justiça para vazar informações ao PCC são alvos de operação em SP
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  • O Gaeco do Ministério Público de São Paulo, com apoio da Polícia Militar, deflagrou a Operação Backdoor nesta terça-feira, 23, cumprindo sete mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária em Taquaritinga e Jaboticabal.
  • Investigação aponta que advogados teriam invadido sistemas da Justiça para acessar processos sigilosos e repassar informações ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
  • Os alvos são investigados por homicídios e outros crimes graves; a participação de advogados no esquema é apurada.
  • Parte dos investigados conseguiu fugir antes das medidas judiciais e permanece foragida; outros permanecem sob custódia ou prisão temporária.
  • Nesta fase, as autoridades buscam identificar todos os envolvidos e reunir novas provas; material apreendido será periciado.

O Ministério Público de São Paulo, por meio do Gaeco, deflagrou nesta terça-feira a Operação Backdoor no interior do estado. A ação mira advogados suspeitos de invadir sistemas da Justiça para repassar informações a membros do Primeiro Comando da Capital (PCC). Ao todo, são cumpridos sete mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária.

Os mandados foram, em sua maioria, cumpridos em Taquaritinga e Jaboticabal, cidades do interior paulista. A operação conta com apoio da Polícia Militar. A investigação aponta que hackers acessaram processos sigilosos da Justiça e repassaram dados aos integrantes da organização criminosa. Entre os investigados, há advogados cuja participação está sendo apurada.

Segundo informações divulgadas pela GloboNews, o objetivo é mapear toda a rede envolvida e reunir novas evidências sobre a dinâmica do grupo. Parte dos suspeitos já conseguiu fugir antes da ordem judicial ser executada, o que atrasou ações das autoridades. Muitos permanecem foragidos.

Desdobramentos e próximos passos

A fase atual busca identificar todos os participantes do esquema e reunir provas adicionais. Todo o material apreendido será encaminhado para perícia especializada, para esclarecer como funcionava a violação de sistemas da Justiça.

Envolvidos e contexto

O Gaeco do Ministério Público de São Paulo coordena a operação, com apoio da Polícia Militar. A investigação envolve a possível participação de advogados ligados ao PCC, que atuariam para repassar informações sigilosas. A apuração segue em andamento e não houve divulgação de prisões adicionais até o momento.

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