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Continuar morando em casa na velhice: o que considerar

Envelhecer em casa depende de saúde, apoio e finanças; planejamento envolve adaptações, mudança para casa menor ou opções de moradia assistida

93% of Americans who are 65+ live on their own and prefer to age in place.
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  • 93% de pessoas com 65 anos ou mais nos EUA vivem sozinhas em casa ou apartamento e preferem envelhecer no próprio lar, segundo a Pew Research.
  • A decisão de ficar depende da saúde, do apoio disponível e da capacidade de atender às necessidades práticas e socioemocionais.
  • Custos de cuidados em casa variam: serviços não médicos em média $ 35 por hora (cerca de $ 80 mil/ano); enfermagem privada around $ 90 por hora (cerca de $ 206 mil/ano).
  • Adaptar a casa exige eliminar barreiras, deixar tudo em um piso, portas largas e acessibilidade na cozinha; é recomendado consultar um especialista certificado em aging-in-place.
  • Opções de moradia incluem ADUs/granny pods (custo médio ~ $ 180 mil), redes comunitárias de suporte, cohousing para idosos e comunidades de cuidado contínuo (CCRC), com custos iniciais elevados.

O tema de envelhecimento em casa ganha relevância nos EUA, com 93% dos adultos de 65 anos ou mais morando em casa e preferindo permanecer lá. A avaliação de viabilidade envolve saúde, mobilidade, finanças e disponibilidade de apoio.

Dados recentes indicam que, mesmo em boa saúde, 69% podem precisar de cuidados futuros. Questões como adaptações do imóvel, prevenção de quedas e isolamento social influenciam a decisão de ficar ou sair de casa.

Profissionais alertam para a necessidade de planejamento. A gestora de cuidados geriátricos Kate Granigan orienta a discutir opções desde já, incluindo alterações no imóvel, downsizing ou modelos de moradia comunitária.

Ela ressalta que tudo deve fazer parte de um conjunto de diretrizes de saúde e finanças.

A avaliação do estado de saúde e do apoio disponível é determinante. Ocupacional Francisco Lasta explica que a independência depende de lo com possibilidade de comprar mantimentos e de condições médicas crônicas.

A rede de apoio, como familiares próximos, também influencia a decisão.

A segurança residencial é prioridade. Especialistas enfatizam a ausência de escadas, corredores amplos e acessibilidade em portas. Iluminação adequada e pisos antiderrapantes reduzem o risco de quedas, principal causa de lesões em maiores de 65 anos.

Para cogitar reformas, especialistas sugerem consultar um profissional capacitado em aging in place e avaliar custos possíveis. Pequenas mudanças, como barras de apoio, podem ser suficientes, mas reformas maiores elevam o orçamento.

Alternativas à reforma incluem unidades habitacionais auxiliares em terrenos existentes (ADUs), cohousing sênior e redes comunitárias como Village to Village. Comunidades de cuidado contínuo oferecem níveis variados de assistência, com custos maiores.

Custos variam conforme a intervenção. Reformas simples ficam entre US$ 3 mil e US$ 15 mil, com média de US$ 9,5 mil. Grandes remodelações de cozinha, banheiro e escadas podem subir consideravelmente o gasto total.

Fontes apontam programas de suporte para subsidiar modificações, como agências estatais de envelhecimento e organizações sem fins lucrativos. A orientação é planejar com antecedência e manter as opções abertas.

Caso a permanência em casa não seja viável, há opções estruturadas. ADUs e modelos comunitários ganham espaço, com custos variando conforme o projeto. Em alguns casos, comunidades de vida assistida podem facilitar a transição.

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