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Astro da NFL é preso por planejar roubo e sequestro, pode pegar prisão perpétua

Terrion Arnold, cornerback do Detroit Lions, se entrega à polícia; responde a acusações de roubo com arma de fogo e sequestro com potencial prisão perpétua

O jogador da NFL Terrion Arnold — Foto: divulgação
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  • O cornerback Terrion Arnold, do Detroit Lions, se entregou à polícia na quarta-feira (24) e responde a quatro acusações de roubo com arma de fogo e quatro acusações de sequestro com intenção de causar danos ou terror.
  • A promotoria diz que Arnold orquestrou um sequestro e um roubo em Tampa, em fevereiro, com cúmplices atraindo três homens para um apartamento, onde foram espancados e roubados.
  • A primeira audiência no tribunal está marcada para hoje, quando ele deverá ser formalmente indiciado.
  • A promotoria quer manter Arnold detido, sem possibilidade de aguardar o processo em liberdade.
  • Arnold nega as acusações, afirma inocência e sustenta que não há provas confiáveis que o liguem aos crimes; a equipe dos Lions disse que não comentará até o fim do processo.

Terrion Arnold, cornerback do Detroit Lions, se entregou à polícia na última quarta-feira e passou a responder a oito acusações: quatro de roubo com arma de fogo e quatro de sequestro com a intenção de causar danos ou terror. O caso envolve um suposto planejamento de crime em Tampa, na Flórida, em fevereiro.

Segundo a Promotoria do Condado de Hillsborough, Arnold é apontado como vítima de uma vingança em que teriam sido atraídas três homens para um apartamento, onde seriam roubados, espancados e mantidos sob a mira de armas. As vítimas teriam sofrido ferimentos visíveis com coronhadas e teriam tido pertences subtraídos.

A primeira audiência está marcada para hoje, quando o cornerback deverá ser formalmente indiciado. A promotoria pretende manter a detenção de Arnold e impedir que ele aguarde o processo em liberdade, enquanto as investigações continuam.

Acervo probatório e defesa

As informações públicas indicam que o caso envolve bens pessoais no valor de cerca de US$ 250 mil, incluindo um colar de US$ 80 mil, US$ 100 mil em dinheiro e um celular fornecido pelo clube. A promotoria afirma que Arnold coordenou a ação com cúmplices e que o provável objetivo era vingar-se.

Arnold nega as acusações e afirma manter a inocência. A defesa contesta a validade das provas e aponta possíveis incentivos de testemunhas para reduzir penas, sem apresentar conclusão no momento.

A equipe dos Lions afirmou estar ciente da situação, mas não pretende comentar o caso até encerradas as apurações legais. Os próximos desdobramentos dependerão das decisões do tribunal e da continuidade das investigações.

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